Q · uso interno SC 2026 · 2 dias para o 1º turno
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Atualizado 03 out, com dados até 03 out
CONJUNTURA · SANTA CATARINA

Governo, Senado e Assembleia — SC 2026

Acompanhamento da disputa 2026 para governo, senado, câmara federal e assembleia legislativa em Santa Catarina — pesquisas, análises e movimentação dos candidatos.

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Governo do Estado · Quaest/NSC, 02–03 out
71%
Jorginho Mello (PL) venceria no 1º turno · dos votos válidos, contra 14% de Rodrigues e 12% de Merísio · AtlasIntel (27/09–02/10): 56,7%
Senado · Quaest/NSC, 02–03 out · votos válidos
Carol De Toni (PL)30%
Carlos Bolsonaro (PL)24%
Esperidião Amin (PP)20%
Décio Lima (PT)12%
Afrânio Boppré (PSOL)5%
Lunelli (MDB)4%
Duas vagas. Bolsonaro e Amin empatados no limite da margem de 2 pontos · AtlasIntel: De Toni 28,6%, Bolsonaro 18,1%, Amin 18%
Jorginho Mello (PL)
Líder
Jorginho Mello (PL)
acima de 50% dos válidos em todas as rodadas da reta final · na véspera, 71% na Quaest/NSC (02–03 out) e 56,7% na AtlasIntel (27/09–02/10, 54,6% dos totais) · Paraná Pesquisas (20–22 set, 58,8%) segue como teto do ciclo em votos totais
João Rodrigues (PSD)
2º colocado (em disputa)
João Rodrigues (PSD)
à frente de Merísio na Quaest de véspera (14% a 12% dos válidos), mas atrás na AtlasIntel (17,7% a 21,7% dos totais) e na Neokemp de 30 set (16,7% a 18,3%) · o 2º lugar fecha a série dividido por instituto
Indecisos
3,8%
branco/nulo + NS/NR · AtlasIntel, 27/09–02/10 (na espontânea da Quaest de 02–03 out, 40% de indecisos)
1º turno
04 out
faltam 2 dias

Conjuntura recente

03 OUT

Véspera: Quaest dá 71% dos válidos a Mello, e AtlasIntel mostra Merísio em 2º

A Quaest para a NSC (1.800 entrevistas, 02–03/10, SC-07346/2026, margem de 2 pontos) mede Jorginho Mello (PL) com 71% dos votos válidos, João Rodrigues (PSD) com 14% e Gelson Merísio (PSB) com 12%, com Marcelo Brigadeiro (Missão) em 2% e Professor Marcus Sodré (PSTU) em 1%. É o patamar mais alto de Mello entre as rodadas que divulgaram válidos no ciclo, com 57 pontos sobre o 2º colocado. Os votos totais do 1º turno não foram localizados na cobertura consultada. Na espontânea, Mello tem 42%, Rodrigues e Merísio 7% cada, com 40% de indecisos. No 2º turno, Mello venceria Rodrigues por 59% a 21% e Merísio por 63% a 15%, com 13% de indecisos nos dois cenários.

A AtlasIntel (1.794 entrevistas por recrutamento digital, 27/09–02/10, SC-01831/2026) mede Mello com 54,6% dos votos totais, Merísio com 21,7% e Rodrigues com 17,7%, com 1,7% de brancos e nulos e 2,1% de indecisos. Nos válidos, Mello tem 56,7%, Merísio 22,6% e Rodrigues 18,4%. No 2º turno, Mello venceria Rodrigues por 56% a 32,2% (63,5% a 36,5% dos válidos) e Merísio por 63,9% a 27,9% (69,6% a 30,4%), e Rodrigues venceria Merísio por 68% a 32% dos válidos. Com isso, o 2º lugar termina dividido: Rodrigues à frente na Quaest, Merísio na AtlasIntel e na Neokemp de 30/set, sempre perto da margem de erro.

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03 OUT

Senado: De Toni lidera as duas rodadas de véspera, e Bolsonaro e Amin seguem empatados pela 2ª vaga

Na Quaest/NSC de 02–03/10, em votos válidos calculados com o perfil de comparecimento do estado, Carol De Toni (PL) tem 30%, Carlos Bolsonaro (PL) 24% e Esperidião Amin (PP) 20%, empatados no limite da margem de erro, seguidos por Décio Lima (PT, 12%), Afrânio Boppré (PSOL, 5%) e Lunelli (MDB, 4%). Nos votos totais, De Toni sobe para 20% (eram 17% em setembro e 12% em agosto), Bolsonaro oscila de 16% para 15%, Amin cai de 15% para 13% (era 19% em agosto) e Décio Lima recua de 10% para 8%, com 24% de indecisos e 8% de brancos e nulos. A AtlasIntel de 27/09–02/10 mede De Toni com 28,6% dos válidos, Bolsonaro com 18,1% e Amin com 18%, tecnicamente empatados, e Décio Lima com 14,5%. As duas rodadas confirmam a liderança de De Toni e a tendência de queda de Amin na Quaest, mas não resolvem quem leva a 2ª vaga.

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02 OUT

Neokemp: Mello chega a 58,2% e Merísio passa Rodrigues numericamente

A nova rodada da Neokemp para o Jornal O Correio do Povo (1.008 entrevistas por telefone automatizado, 30/set, SC-05312/2026, margem de 3,1 pontos) mede Jorginho Mello (PL) com 58,2%, Gelson Merísio (PSB) com 18,3% e João Rodrigues (PSD) com 16,7%. Nos votos válidos, Mello tem 60,6%. Em relação à rodada do instituto de 10–12/set, Mello sobe 7 pontos e Rodrigues perde 7,3, o que deixa Merísio e Rodrigues empatados na margem de erro pelo 2º lugar. No Senado, Carol De Toni lidera com 29% do consolidado, com Carlos Bolsonaro (21,9%) e Amin (18,7%) empatados na disputa pela 2ª vaga.

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02 OUT

Carlos Bolsonaro acelera o gasto e passa a 2ª maior despesa da disputa; De Toni repassa R$ 100 mil

A extração do TSE de 02/out mostra Carlos Bolsonaro (PL) com R$ 585 mil a mais em despesa contratada, sobretudo em produção de programas de rádio e TV (R$ 358,5 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 150 mil), o que o leva a R$ 3,53M, à frente de João Rodrigues e de Carol De Toni. Na receita, Carlos registra R$ 100 mil recebidos da própria De Toni, sua colega de partido na disputa pelas duas vagas, e a primeira doação de pessoa física da campanha. Jorginho Mello soma 19 doações de pessoas físicas (R$ 266 mil) e chega a R$ 6,93M arrecadados e R$ 6,52M contratados.

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29 SET

Rumo: Amin volta a liderar o Senado, com De Toni em 2º e Bolsonaro em 3º

A nova rodada da Rumo Pesquisas para a Rádio Colon de Joinville (2.100 entrevistas, campo 24–26/set, SC-04705/2026, margem de 2,1 pontos) coloca Esperidião Amin (PP) na frente da corrida ao Senado, com 25,4%, seguido por Carol De Toni (PL, 22,4%) e Carlos Bolsonaro (PL, 19%). Lunelli (MDB, 12,8%) aparece à frente de Décio Lima (PT, 12,4%), e os demais candidatos ficam abaixo de 6%. É a segunda rodada consecutiva do instituto com Amin em 1º, enquanto Quaest e Paraná Pesquisas, na semana anterior, colocavam De Toni na frente. Os números de governo da mesma rodada não foram localizados.

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29 SET

Prestação de contas: Décio Lima amplia gasto e passa Amin; PP reforça Amin com R$ 200 mil

A extração do TSE de 29/set mostra Décio Lima (PT) com o maior crescimento de despesa contratada da semana, de R$ 1,75M para R$ 2,42M, o que o coloca à frente de Esperidião Amin (R$ 2,19M) e com gasto acima da receita lançada (R$ 2,29M). Amin, por sua vez, recebe R$ 200 mil da direção estadual do PP em 25/set e chega a R$ 3,50M de arrecadação. Jorginho Mello soma dez novas doações de pessoas físicas e chega a R$ 6,67M, e Gelson Merísio aporta mais R$ 100 mil em recursos próprios.

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24 SET

Quaest/NSC: Mello chega a 54% e amplia para 41 pontos a vantagem sobre Rodrigues

A segunda rodada da Quaest em SC, agora contratada pela NSC Comunicação (804 entrevistas domiciliares, campo 20–23/set, registro TSE SC-04783/2026, margem de 3pp), mede Jorginho Mello (PL) com 54% no estimulado, quatro pontos acima de agosto. João Rodrigues (PSD) recua de 17% para 13% e Gelson Merísio (PSB) sobe de 4% para 10%, o que aproxima os dois na disputa pelo 2º lugar. Indecisos somam 15% e branco/nulo 5%. Nos cenários de 2º turno, Mello venceria Rodrigues por 58% a 23% e Merísio por 66% a 15%. Mello e Merísio empatam na rejeição (26% conhecem e não votariam), contra 18% de Rodrigues, mas Merísio ainda é desconhecido por 60% do eleitorado, contra 52% de Rodrigues e apenas 10% de Mello. A aprovação do governo estadual sobe para 73% (era 70% em agosto), a avaliação positiva para 63% e 70% dizem que Mello merece ser reeleito. Na espontânea, Mello vai de 24% para 34%, Rodrigues fica em 7% e Merísio sobe de 1% para 7%, com os indecisos caindo de 65% para 49%. O voto para governador está mais consolidado (67% dizem que a escolha é definitiva, eram 57%). Saúde segue como o maior problema do estado (29%), à frente de infraestrutura (15%) e violência (10%), e as enchentes aparecem com 8%.

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24 SET

Senado: três nomes da direita embolados entre 15% e 17% na Quaest

A mesma rodada Quaest/NSC (20–23/set) mede o Senado em votos consolidados das duas vagas. Carol De Toni (PL) aparece com 17%, Carlos Bolsonaro (PL) com 16% e Esperidião Amin (PP) com 15%, todos dentro da margem de erro entre si. Décio Lima (PT) tem 10%, Afrânio Boppré (PSOL) 4% e Lunelli (MDB) 3%. Os indecisos (22%) seguem acima de qualquer candidato. Em relação a agosto, a ordem se inverte. Amin, que liderava a Quaest de agosto, cai para 3º, e De Toni sobe da 3ª para a 1ª posição. No 1º voto, De Toni tem 19%, Amin 18% e Bolsonaro 17%. A cristalização avançou, com 62% dos eleitores dizendo que o voto para o Senado é definitivo (eram 45%), mas na espontânea 71% ainda não citam nenhum nome. No indicador de potencial de voto, De Toni passa a ter o melhor saldo da disputa (+19).

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24 SET

Presidencial: Flávio Bolsonaro atinge 50% em SC na Quaest, contra 23% de Lula

A rodada presidencial da Quaest em SC (registro BR-09969/2026, mesmo campo de 20–23/set) mede Flávio Bolsonaro (PL) com 50% e Lula (PT) com 23%, ambos acima de agosto (45% e 20%). Augusto Cury (Avante) tem 5%, Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) 3% cada, e Romeu Zema (Novo) 1%. No 2º turno simulado, Bolsonaro venceria por 60% a 24%. A distância entre os dois primeiros (27 pontos) é praticamente a mesma medida pela Real Time Big Data uma semana antes (26 pontos). A aprovação de Lula no estado fica em 30%, contra 66% de desaprovação, e 60% dizem que "mais um mandato do Lula" dá mais medo do que "a volta da família Bolsonaro ao poder" (29%). Quando perguntados sobre quem vai ganhar, 48% apostam em Flávio e 39% em Lula.

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23 SET

Paraná Pesquisas mede o teto do ciclo para Mello: 58,8%

Levantamento presencial do Paraná Pesquisas para a Sedek (1.384 entrevistas, campo 20–22/set, registro SC-00523/2026, margem de 2,7pp segundo o relatório do instituto) coloca Jorginho Mello com 58,8% no estimulado, o maior percentual em votos totais de toda a série. Rodrigues tem 16,5% e Merísio 11,3%. Na espontânea, Mello já soma 42,5%. Merísio lidera a rejeição (34,3%), à frente de Mello (18,2%) e Rodrigues (9,5%). No Senado, somando 1º e 2º voto, De Toni tem 42,3%, Carlos Bolsonaro 36,0% e Amin 34,2%, com Décio Lima em 4º (15,6%).

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22 SET

IPC/ACJ e Rumo confirmam o quadro, mas divergem no tamanho de Rodrigues

Duas rodadas presenciais com campo quase simultâneo mostram leituras distintas do 2º lugar. O IPC, para a Associação Catarinense de Jornais (1.050 entrevistas, 17–20/set, SC-04254/2026), mede Mello com 55,9%, Rodrigues com 18,1% e Merísio com 9,6%, e registra Merísio como o mais rejeitado (29,0%, contra 25,8% de Mello). A Rumo, para a Rádio Colon (2.100 entrevistas, 18–20/set, SC-05523/2026), mede Mello com 48,9% e Rodrigues com 23,6%, a menor distância entre os dois em setembro. No Senado, a Rumo é a única rodada recente com Amin na frente (18,1%, média de 1º e 2º voto), seguido por De Toni (17,1%) e Bolsonaro (15,0%). O Instituto Veritá (14–19/set, SC-02704/2026) divulgou apenas votos válidos, com Mello em 66,1%.

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17 SET

Real Time Big Data confirma Mello na frente do governo, mas com folga menor que a média do ciclo

Levantamento do instituto Real Time Big Data (1.600 entrevistas, campo 12–16/set, registro TSE SC-00866/2026, contratante TV Record) mede Jorginho Mello (PL) com 49% no 1º turno — a leitura mais baixa do ciclo desde a AtlasIntel de março (49,4%) — contra 15% de João Rodrigues (PSD) e 8% de Gelson Merísio (PSB); branco/nulo e NS/NR somam 24% dos entrevistados. Diferente da AtlasIntel de 04–09/set, que havia medido Rodrigues e Merísio tecnicamente empatados pelo 2º lugar (18,5% a 17,6%), a RTBD volta a abrir distância entre os dois (15% a 8%). Nos cenários de 2º turno, Mello venceria Rodrigues por 57% a 26% e Merísio por 66% a 18% — folgas maiores que as medidas pela Quaest em agosto (56%–24% e 63%–16%).

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17 SET

Senado: De Toni segue na frente na RTBD, mas Amin e Bolsonaro empatam tecnicamente em 20%

A mesma rodada Real Time Big Data (12–16/set, SC-00866/2026, contratante TV Record) testou o Senado em cenário único (sem separar 1º e 2º voto): Carol De Toni (PL) lidera com 24%, seguida por Esperidião Amin (PP) e Carlos Bolsonaro (PL), ambos com 20% — empate técnico dentro da margem de erro de 2pp. Décio Lima (PT) aparece em 4º com 11% e Afrânio Boppré (PSOL) em 5º com 10%; branco/nulo e NS/NR somam 7%. A pesquisa não trouxe índice de rejeição. Resultado adicionado ao gráfico "Senado · ranking ao longo do tempo", abaixo — a ordem dos cinco primeiros colocados se mantém igual à da AtlasIntel de setembro.

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17 SET

Presidencial: Flávio Bolsonaro sobe para 52% em SC, Lula seria derrotado por larga margem no 2º turno

A rodada presidencial da Real Time Big Data para SC (1.600 entrevistas, 12–16/set, registro TSE BR-09582/2026, divulgação 17/set) mede Flávio Bolsonaro (PL) com 52% da estimulada contra 26% de Lula (PT) — folga maior que a vista na Quaest de agosto (45% a 20%). Num cenário direto Lula x Bolsonaro simulado pela pesquisa, o resultado é ainda mais lopsided: 62% a 30% para o candidato bolsonarista. A desaprovação ao governo Lula no estado segue alta (64%, com 49% avaliando a gestão como ruim/péssima) e a aprovação cai para 33% — pior que os 28%/69% medidos pela Quaest em agosto. Na rejeição múltipla, Lula é o nome mais rejeitado entre os 14 pré-candidatos testados (62% "não votaria de jeito nenhum"), à frente de Flávio Bolsonaro (36%).

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14 SET

Neokemp mede Mello estável, mas com folga sobre Rodrigues bem maior do que a AtlasIntel havia medido dias antes

Rodada do instituto Neokemp para o Jornal O Correio do Povo (1.008 entrevistas, campo 10–12/set segundo o infográfico da cobertura — a nota metodológica do próprio instituto registra 10–11/set —, registro TSE SC-05206/2026) mede Jorginho Mello (PL) com 51,2% no estimulado, patamar parecido com o das rodadas de agosto, contra 24,0% de João Rodrigues (PSD) e 15,1% de Gelson Merísio (PSB). A folga de Rodrigues sobre Merísio (quase 9 pontos) é bem maior do que a medida pela AtlasIntel dias antes (18,5% a 17,6%, menos de 1 ponto) e também maior do que a que a Real Time Big Data mediria dois dias depois (15% a 8%) — três rodadas de campo próximas no calendário, três leituras diferentes sobre o tamanho da disputa pelo 2º lugar. A pesquisa não testou cenários de 2º turno, rejeição ou Senado. Rodada incorporada agora à tabela "Inteligência de pesquisas", abaixo — não havia entrado no painel na atualização anterior.

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10 SET

AtlasIntel confirma Mello a um passo do 1º turno; folga sobre Merísio quase some

Levantamento de 04–09/set (1.211 entrevistas, SC-02036/2026, contratada pela TV O Estado Florianópolis) repete o patamar de agosto para Jorginho Mello (PL): 51,6% no estimulado. A novidade é a disputa pelo 2º lugar — João Rodrigues (PSD) tem 18,5% e Gelson Merísio (PSB) 17,6%, uma diferença de menos de 1 ponto, bem mais apertada que a vista na Neokemp de agosto (22,4% a 12,3%). Nos cenários de 2º turno, Mello venceria Rodrigues por 55,1% a 32,4% e Merísio por 62,6% a 24,2%; Rodrigues venceria Merísio por 54,6% a 17,8%.

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10 SET

Senado: De Toni segue na frente, mas Amin e Bolsonaro empatam tecnicamente pela 2ª vaga

A mesma rodada AtlasIntel (04–09/set, SC-02036/2026) testou o Senado: Carol De Toni (PL) lidera o consolidado com 28,4%, seguida por Esperidião Amin (PP, 20,2%) e Carlos Bolsonaro (PL, 14,9%) — Amin e Bolsonaro ficam a 5,3 pontos um do outro, dentro da margem de erro de 3pp. Décio Lima (PT) aparece em 4º com 11,9% e Afrânio Boppré (PSOL) em 5º com 9,3%. Resultado adicionado ao gráfico "Senado · ranking ao longo do tempo", abaixo.

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07 SET

Oito pesquisas depois: vantagem de Mello oscila por metodologia, mas segue larga

Reunindo AtlasIntel, Instituto Veritá, Neokemp (três rodadas), Instituto Mapa, IPC e Quaest/Globo entre março e agosto, Jorginho Mello (PL) não perde a liderança em nenhuma rodada. A trajetória não é uma queda linear: a rodada mais antiga (AtlasIntel, 25–30/mar, coleta online) já mostrava Mello mais baixo, em 49,4% — abaixo até dos números de agosto —, enquanto o Instituto Veritá, com campo praticamente na mesma semana (29/mar–4/abr) mas por URA/voz, media 57,9%. Dali em diante as rodadas telefônicas/painel (Neokemp, Mapa, IPC) ficaram na faixa de 52–54% até julho, fechando agosto em 50–52% (Quaest, Neokemp) — uma leve acomodação, mas nada como o salto que a comparação simples entre a primeira e a última rodada sugeriria. João Rodrigues (PSD), o 2º colocado em praticamente todas as rodadas, subiu de forma mais consistente: 21% em março (Atlas) e 17–19% em abril/maio para 22–26% em julho/agosto. A distância entre os dois (22 a 33 pontos nas rodadas mais recentes) segue grande o suficiente para apontar vitória de Mello no 1º turno em praticamente todos os cenários testados.

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26 AGO

Neokemp confirma Quaest: Mello a um passo do 1º turno, com 51,6%

Pesquisa do instituto Neokemp para o Jornal O Correio do Povo (1.008 entrevistas, 24–25/ago, registro TSE SC-08694/2026) repete o quadro visto dois dias antes na Quaest/Globo: Jorginho Mello (PL) lidera com 51,6% da intenção de voto estimulada — o suficiente para vencer no 1º turno — contra 22,4% de João Rodrigues (PSD) e 12,3% de Gelson Merísio (PSB). Na pergunta sobre rejeição categórica ("não votaria de jeito nenhum"), o quadro se inverte: Merísio tem a maior rejeição (35,5%), à frente do próprio Mello (27,9%) e bem à frente de Rodrigues (7,6%) — Mello combina alta preferência com rejeição relevante, mas isso não chega a comprometer sua liderança folgada.

pesquisagoverno
26 AGO

Senado embaralha: Bolsonaro liderava em julho, De Toni e Amin avançam em agosto

A Neokemp repetiu em agosto a pesquisa de Senado feita em julho, e o quadro mudou: em julho, Carlos Bolsonaro (PL) liderava o 1º voto (27,7%) e Carol De Toni (PL, mesmo partido) o 2º voto (23,7%). Em agosto, De Toni assume a ponta do 1º voto (25,5%, contra 24,2% de Bolsonaro — empate técnico dentro da margem de erro de 3,1pp) e Esperidião Amin (PP) dá um salto no 2º voto, de 14,2% para 22,8%, superando Bolsonaro nesse quesito. Na rejeição, Décio Lima (PT) ultrapassa Bolsonaro como o mais rejeitado (38,2% em agosto, contra 32,1% de Bolsonaro em julho) — nenhuma das duas vagas está definida a essa altura da campanha.

pesquisasenado
24 AGO

Quaest/Globo: Jorginho Mello dispara com 50% e reeleição parece encaminhada

Levantamento de 20 a 23/ago (804 entrevistas) mostra Jorginho Mello (PL) com 50% da intenção de voto estimulada para governador, contra 17% de João Rodrigues (PSD) e 4% de Gelson Merísio (PSB) — folga de 33 pontos sobre o 2º colocado. A aprovação do governo é de 70% (57% de avaliação positiva) e 66% dizem que Mello merece ser reeleito, contra 29% que discordam. No espontâneo, porém, o quadro é bem mais aberto: Mello tem 24%, Rodrigues 7% e 65% ainda não sabem em quem votar — sinal de que a força de Mello nesta rodada está mais ligada ao reconhecimento e à aprovação do governo do que a uma preferência já consolidada.

pesquisagovernoaprovação
24 AGO

Em cenário de 2º turno, Mello venceria com folga qualquer adversário testado

A Quaest simulou dois cenários de 2º turno: Mello x Rodrigues (56% a 24%) e Mello x Merísio (63% a 16%). Nos dois casos a distância é maior que no 1º turno estimulado, com indecisos e brancos/nulos entre 18% e 20%. No indicador de conhecimento, potencial de voto e rejeição (NET), Mello também lidera isolado (+33), à frente de Rodrigues (+9) e muito à frente de Merísio, que já é mais rejeitado do que votável entre quem o conhece (NET −15).

pesquisagoverno
24 AGO

Senado catarinense é a corrida mais aberta: 84% de indecisos no espontâneo

Diferente da disputa ao governo, a corrida ao Senado em SC segue indefinida: na espontânea, 84% dos eleitores não sabem em quem votar, e mesmo na estimulada (que soma 1º e 2º voto, já que são duas vagas) ninguém passa de 19% — Esperidião Amin (PP) lidera com 19%, seguido por Carlos Bolsonaro (PL) com 16% e Carol De Toni (PL) com 12%. Amin é o único com saldo de rejeição claramente positivo (NET +16); Décio Lima (PT) é quem mais sofre — apesar de ter só 9% de intenção de voto, já acumula NET −25, a pior rejeição líquida entre os nomes testados.

pesquisasenado
24 AGO

Na disputa presidencial, SC seria um dos redutos mais fortes de Flávio Bolsonaro

Testado como pré-candidato do campo bolsonarista, Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 45% da intenção de voto estimulada para presidente em Santa Catarina nos dois cenários simulados pela Quaest, contra 20% de Lula (PT) — 25 pontos de vantagem. A rejeição ao governo Lula no estado é alta: 69% desaprovam a gestão (60% de avaliação negativa) e apenas 28% aprovam. "Saúde" aparece como o problema mais citado pelos catarinenses (25%), à frente de infraestrutura (12%) e violência (11%).

pesquisapresidência
15 JUL

IPC: vantagem de Mello encolhe para 27 pontos, mas segue confortável para o 1º turno

Pesquisa do Instituto de Pesquisa Catarinense (IPC) para a Associação Catarinense de Jornais (1.050 entrevistas, 9–13/jul) mostra Jorginho Mello (PL) com 53,3% da estimulada, contra 26,2% de João Rodrigues (PSD) — distância de 27,1 pontos, menor que a vista em pesquisas anteriores do ciclo. No espontâneo, Mello tem 42,7% e Rodrigues 18,5%, com 29% de indecisos. A pesquisa também traçou o perfil ideológico do eleitorado catarinense: 36,4% se declaram independentes, 44% somam direita e extrema direita, e apenas 19,5% se identificam com a esquerda — coerente com o desempenho pífio de candidatos ligados ao campo petista/lulista no estado.

pesquisagoverno
12 JUN

TRE-SC suspende divulgação de pesquisa da Futura Inteligência para governo e Senado

O TRE-SC concedeu liminar suspendendo a divulgação de uma pesquisa da Futura Inteligência (instituto ligado à Apex Partners, registro TSE SC-01761/2026) para os cargos de governador e senador, publicada em 11/jun e retirada do ar no dia seguinte. Os números não chegaram a ser republicados e não entram nas séries deste painel — episódio a acompanhar, já que judicialização de pesquisas eleitorais é um indicador relevante de disputa em torno da própria produção de dados na campanha.

pesquisajudicialização
30 MAR

AtlasIntel: rodada mais antiga do ciclo já mostra De Toni na frente do Senado e Lula com forte rejeição em SC

Levantamento da AtlasIntel (recrutamento digital online, 1.280 entrevistas, 25–30/mar, registro TSE SC-05257/2026 e BR-01666/2026) é a pesquisa mais antiga incorporada a este painel. Para o governo, Mello (PL) já aparecia na frente com 49,4% contra 21,4% de João Rodrigues (PSD) e 13,8% de Gelson Merísio (PSB) — números mais baixos que os de pesquisas por telefone/painel do mesmo período, provavelmente por diferença de metodologia (ver nota na tabela de pesquisas, abaixo). Para o Senado, a pesquisa já capturava o que só a Neokemp confirmaria meses depois: Carol De Toni (PL) lidera a corrida com 30,7% (consolidando 1º e 2º voto), à frente de Esperidião Amin (PP, 20,1%) e do colega de partido Carlos Bolsonaro (PL, 18,3%) — ou seja, De Toni já era a favorita antes mesmo de Bolsonaro assumir a liderança do 1º voto na Neokemp de julho. No plano nacional, Lula (PT) tinha em março a pior imagem entre 15 lideranças testadas em SC (28% positiva, 70% negativa, saldo de −42 pontos) e reprovação de 71% à sua gestão — um dos números mais adversos do país para o presidente.

pesquisagovernosenadopresidência

Financiamento de campanha

Candidato Cargo Partido Arrecadado Nº receitas Gasto declarado
Jorginho MelloGovernadorPLR$ 6.932.08676R$ 6.522.127
João RodriguesGovernadorPSDR$ 5.551.4907R$ 3.511.703
Carol De ToniSenadoraPLR$ 4.721.0005R$ 3.358.543
Carlos BolsonaroSenadorPLR$ 4.403.0004R$ 3.534.918
Esperidião AminSenadorPPR$ 3.504.71812R$ 2.193.722
LunelliSenadorMDBR$ 3.180.50012R$ 1.813.734
Décio LimaSenadorPTR$ 2.363.20119R$ 2.314.434
Gelson MerísioGovernadorPSBR$ 1.150.0003R$ 1.581.563
Afrânio BoppréSenadorPSOLR$ 421.022113R$ 167.755
Túlio de Amorim PfuetzenreiterSenadorMissãoR$ 76.5003R$ 64.024
Professor Marcus SodréGovernadorPSTUR$ 30.0022R$ 16.545
Jeferson RochaSenadorPRDR$ 15.0001R$ 9.295
Marcos DorvalSenadorPSTUR$ 12.8523R$ 10.700
Joaninha de OliveiraSenadoraPSTUR$ 12.7022R$ 6.000
Laís ChaudGovernadoraUPR$ 3.2001R$ 3.200
Marlene SoccasSenadoraUPR$ 1.6621R$ 1.000
Ralf ZimmerGovernadorPRDR$ 4281R$ 131.941
Ana Lucia da Silveira MachadoSenadoraUP—1R$ 1.000
Bruno PedreiroGovernadorPCO—1—
CarolSenadoraPCO—1—
Marcelo BrigadeiroGovernadorMissão—1—
Fonte: TSE, prestação de contas eleitorais de candidatos (receitas e despesas contratadas), restrito a candidatos a governador e senador. Extração de 02/10/2026, com receitas lançadas até 01/10/2026 e despesas até 30/09/2026 (substitui a extração de 29/09/2026, que ia até 28/09 e 25/09). Jorginho Mello segue ampliando a liderança em arrecadação (R$ 6,93M, era R$ 6,67M), com 19 novas doações de pessoas físicas que somam R$ 266 mil, e em gasto contratado (R$ 6,52M, era R$ 6,23M). Carlos Bolsonaro é a campanha que mais cresce em despesa (R$ 2,95M para R$ 3,53M) e passa João Rodrigues (R$ 3,51M) e Carol De Toni (R$ 3,36M), tornando-se a 2ª maior despesa contratada da disputa. Na receita, Carlos recebe R$ 100 mil de Carol De Toni (24/09, "recursos de outros candidatos") e declara sua primeira doação de pessoa física (R$ 3 mil), chegando a R$ 4,40M. Décio Lima soma R$ 68,6 mil de pessoas físicas (R$ 2,36M) e tem a despesa reduzida para R$ 2,31M por uma retificação em material impresso, voltando a ter receita acima do gasto. Lunelli recebe R$ 55 mil de pessoas físicas (R$ 3,18M). Sinal de atenção: Merísio (R$ 1,58M contratados contra R$ 1,15M arrecadados) e Ralf Zimmer (R$ 131,9 mil contra R$ 428) seguem com gasto acima da receita, e Ana Lucia da Silveira Machado segue sem receita, com R$ 1.000 de despesa. Marlene Soccas recebe R$ 1.662 do FEFC e deixa esse grupo. Vale conferir a prestação de contas original antes de destacar esses casos.

Receitas por fonte

Candidato Cargo Recursos de partido Pessoas físicas Recursos próprios Total
Jorginho MelloGovernadorR$ 5.710.000R$ 1.192.086R$ 30.000R$ 6.932.086
João RodriguesGovernadorR$ 5.500.000R$ 35.745R$ 15.745R$ 5.551.490
Carol De ToniSenadoraR$ 4.300.000R$ 421.000—R$ 4.721.000
Carlos BolsonaroSenadorR$ 4.300.000R$ 3.000—R$ 4.403.000*
Esperidião AminSenadorR$ 3.313.701R$ 191.017—R$ 3.504.718
LunelliSenadorR$ 2.800.000R$ 130.500R$ 250.000R$ 3.180.500
Décio LimaSenadorR$ 2.223.601R$ 139.600—R$ 2.363.201
Gelson MerísioGovernador——R$ 1.150.000R$ 1.150.000
Afrânio BoppréSenadorR$ 392.176R$ 7.851R$ 1.000R$ 421.022*
Túlio de Amorim PfuetzenreiterSenadorR$ 75.000R$ 1.000—R$ 76.500*
Professor Marcus SodréGovernadorR$ 30.002——R$ 30.002
Jeferson RochaSenador——R$ 15.000R$ 15.000
Marcos DorvalSenadorR$ 12.702—R$ 150R$ 12.852
Joaninha de OliveiraSenadoraR$ 12.702——R$ 12.702
Laís ChaudGovernadoraR$ 3.200——R$ 3.200
Marlene SoccasSenadoraR$ 1.662——R$ 1.662
Ralf ZimmerGovernador——R$ 428R$ 428
Fonte: TSE, receitas de candidatos, restrito a governador e senador, extração de 02/10/2026 com lançamentos até 01/10/2026 (substitui a de 29/09/2026). Diferente do PR, nenhum candidato catarinense de governo ou Senado registrou financiamento coletivo relevante até agora. Jorginho Mello amplia a arrecadação de pessoas físicas de R$ 926 mil para R$ 1,19M, com o fundo partidário estável em R$ 5,71M. Décio Lima amplia as pessoas físicas de R$ 71 mil para R$ 140 mil e Lunelli de R$ 75,5 mil para R$ 130,5 mil. Carlos Bolsonaro, que até a extração anterior tinha a arrecadação inteira vinda do partido (R$ 4,30M), passa a declarar R$ 100 mil recebidos de Carol De Toni e R$ 3 mil de uma pessoa física. Recursos próprios seguem concentrados em Gelson Merísio (R$ 1,15M, sua arrecadação inteira) e Lunelli (R$ 250 mil). *Além das colunas exibidas, Carlos Bolsonaro tem R$ 100 mil e Afrânio Boppré R$ 19.701,76 em "recursos de outros candidatos", categoria sem coluna própria que soma no Total; Boppré e Túlio de Amorim Pfuetzenreiter têm ainda R$ 293 e R$ 500 de financiamento coletivo, na mesma situação.

Despesas por categoria

Candidato Cargo Material impresso Serv. terceiros Adesivos Imóveis Rádio/TV/vídeo Outras Total
Jorginho MelloGovernador R$ 701.771R$ 466.389R$ 1.723.016R$ 284.100R$ 1.865.847R$ 1.481.004 R$ 6.522.127
Carlos BolsonaroSenador R$ 171.957—R$ 509.600—R$ 2.468.314R$ 385.048 R$ 3.534.918
João RodriguesGovernador R$ 129.045R$ 187.980R$ 34.800—R$ 1.747.600R$ 1.412.278 R$ 3.511.703
Carol De ToniSenadora R$ 230.820R$ 1.632.800R$ 43.351R$ 2.500R$ 897.000R$ 552.072 R$ 3.358.543
Décio LimaSenador R$ 307.995R$ 38.468—R$ 9.000R$ 1.226.000R$ 732.971 R$ 2.314.434
Esperidião AminSenador R$ 375.900R$ 316.000—R$ 20.000R$ 935.000R$ 546.822 R$ 2.193.722
LunelliSenador R$ 449.460R$ 30.000R$ 46.235R$ 10.000R$ 170.000R$ 1.108.039 R$ 1.813.734
Gelson MerísioGovernador R$ 667.903R$ 45.400R$ 72.943R$ 8.000R$ 604.840R$ 182.477 R$ 1.581.563*
Afrânio BoppréSenador R$ 24.202R$ 78.690R$ 6.192R$ 14.000R$ 32.510R$ 12.161 R$ 167.755
Ralf ZimmerGovernador R$ 75.862R$ 428R$ 55.650——— R$ 131.941*
Túlio de Amorim PfuetzenreiterSenador R$ 4.402R$ 70R$ 5.302—R$ 10.000R$ 44.249 R$ 64.024
Professor Marcus SodréGovernador R$ 4.975———R$ 570R$ 11.000 R$ 16.545
Marcos DorvalSenador —R$ 4.700———R$ 6.000 R$ 10.700
Jeferson RochaSenador R$ 1.847R$ 428———R$ 7.020 R$ 9.295
Joaninha de OliveiraSenadora —————R$ 6.000 R$ 6.000
Laís ChaudGovernadora R$ 2.200————R$ 1.000 R$ 3.200
Ana Lucia da Silveira MachadoSenadora —————R$ 1.000 R$ 1.000*
Marlene SoccasSenadora —————R$ 1.000 R$ 1.000
Fonte: TSE, despesas contratadas de candidatos, restrito a governador e senador, extração de 02/10/2026 com lançamentos até 30/09/2026 (substitui a extração de 29/09, que ia até 25/09). "Rádio/TV/vídeo" soma produção de programas e impulsionamento de conteúdos; "Outras" agrega as demais origens de despesa (eventos, serviços advocatícios e contábeis, pessoal, transporte, alimentação etc.). Carlos Bolsonaro sobe da 4ª para a 2ª posição (R$ 3,53M): rádio/TV/vídeo vai de R$ 2,11M para R$ 2,47M (+R$ 358,5 mil em produção de programas), e entram R$ 150 mil em eventos de promoção da candidatura e R$ 76 mil em material impresso. Jorginho Mello soma R$ 222 mil em serviços de terceiros e R$ 65 mil em impulsionamento e chega a R$ 6,52M. Décio Lima cai de R$ 2,42M para R$ 2,31M, com redução de R$ 122 mil em material impresso, em parte compensada por despesas com pessoal e locação. Os demais candidatos mantêm os valores da extração anterior. *Ralf Zimmer segue com despesa 308 vezes maior que a receita (R$ 131,9 mil contra R$ 428), Merísio tem R$ 432 mil contratados acima do arrecadado, e Ana Lucia da Silveira Machado segue com R$ 1.000 de despesa sem receita declarada.

Patrimônio declarado

CandidatoCargoPartidoBens declarados
LunelliSenadorMDBR$ 613.221.298
Carlos ChiodiniVice-governadorMDBR$ 26.961.420
Adriano SilvaVice-governadorNovoR$ 22.156.646
Jeferson RochaSenadorPRDR$ 14.043.458
Décio LimaSenadorPTR$ 3.173.518
Jorginho MelloGovernadorPLR$ 2.818.037
Carlos BolsonaroSenadorPLR$ 2.784.065
Esperidião AminSenadorPPR$ 2.542.801
João RodriguesGovernadorPSDR$ 2.122.223
Marcelo BrigadeiroGovernadorMissãoR$ 1.831.261
Afrânio BoppréSenadorPSOLR$ 1.516.039
Ralf ZimmerGovernadorPRDR$ 1.426.600
Carol De ToniSenadoraPLR$ 1.412.310
Marcos DorvalSenadorPSTUR$ 998.386
Túlio de Amorim PfuetzenreiterSenadorMissãoR$ 967.200
Gelson MerísioGovernadorPSBR$ 652.954
Coronel RodriguesVice-governadorMissãoR$ 601.081
Ana Lucia da Silveira MachadoSenadoraUPR$ 344.000
Angela AlbinoVice-governadoraPDTR$ 343.417
Joaninha de OliveiraSenadoraPSTUR$ 200.000
Professor Marcus SodréGovernadorPSTUR$ 117.000
CarolSenadoraPCOR$ 45.000
Laís ChaudGovernadoraUPR$ 518
Carlos BordinVice-governadorSolidariedade—
Marlene SoccasSenadoraUP—
Professora TatyVice-governadoraPSTU—
Flávio AmaralVice-governadorPCO—
Bruno PedreiroGovernadorPCO—
Nathália MeloVice-governadoraUP—
Fonte: TSE, declaração de bens de candidatos (soma de todos os bens declarados por candidato), extração de 06/09/2026 — candidatos a governador, vice e senador titular. Lunelli (MDB, senador da chapa de João Rodrigues) declara R$ 613 milhões — sobretudo R$ 456,6M em "participações societárias em pessoas jurídicas" e R$ 145,2M em ativos financeiros — de longe o maior patrimônio da disputa catarinense, folgadamente acima até dos dois suplentes milionários do PR. Vale conferir a declaração original antes de citar esse valor.

Maiores categorias de despesa (governo + senado)

Rádio/TV/vídeo
R$ 9,96M
Outras
R$ 6,49M
Material impresso
R$ 3,15M
Serv. terceiros
R$ 2,80M

Leitura rápida

O total rastreado de gasto contratado em SC sobe de R$ 24,47M para R$ 25,24M, e três quartos do acréscimo vêm de Carlos Bolsonaro (+R$ 585 mil), que passa João Rodrigues e Carol De Toni e assume a 2ª posição. Jorginho Mello (+R$ 292 mil) completa a alta, e Décio Lima é o único com redução (−R$ 108 mil). Mello segue isolado na frente (R$ 6,52M), com Carlos Bolsonaro em 2º (R$ 3,53M), João Rodrigues em 3º (R$ 3,51M) e Carol De Toni em 4º (R$ 3,36M). Carlos Bolsonaro mantém a maior concentração numa única categoria (R$ 2,47M em rádio/TV/vídeo, 70% do seu gasto). No patrimônio, o padrão segue invertido, com os principais nomes da disputa ao governo (Mello, Rodrigues, Merísio) declarando bem menos bens do que candidatos ao Senado como Lunelli e Jeferson Rocha.

Fonte: TSE, prestação de contas de candidatos (receitas e despesas contratadas), extração de 02/10/2026, com receitas lançadas até 01/10/2026 e despesas até 30/09/2026, restrito a governador e senador (substitui a extração de 29/09/2026). "Gasto declarado" mostra apenas candidatos com despesa contratada acima de zero; os demais aparecem como "—". A prestação de contas final, com os valores consolidados do 1º turno, só será entregue após a eleição.

Presidência · intenção de voto em SC

Candidato Mar/26 Jun/26 (votos válidos) Ago/26 · Cenário I Ago/26 · Cenário II Set/26 (RTBD) Set/26 (Quaest)
Flávio Bolsonaro (PL) 53,4% 56,9% 45% 45% 52% 50%
Lula (PT) 28,4% 24% 20% 20% 26% 23%
Romeu Zema (Novo) 4% 8,5% 3% 3% 1% 1%
Renan Santos (Missão) 6,6% 5,9% 4% 4% 5% 3%
Ronaldo Caiado (PSD) 4,8% 4,7% 3% 3% 4% 3%
Escritor Augusto Cury (Avante) — — 2% 3% 5% 5%
Pablo Marçal / Leonardo Avalanche (PRTB) — — 2% — 2% 0%
Outros candidatos 0,6% — 1% 1% 1% 0%
Indecisos + branco/nulo 2% 12,2% 20% 21% 4% 15%
Fontes: AtlasIntel, 25–30/mar/2026 (1.280 entrevistas, recrutamento digital online, ME ±3pp, registro TSE SC-05257/2026 e BR-01666/2026), Instituto Mapa/Jovem Pan Florianópolis, 08–11/jun/2026 (1.008 entrevistas, registro TSE SC-07942/2026), Quaest/Globo, 20–23/ago/2026 (804 entrevistas, registro TSE SC-00517/2026 e BR-07160/2026) e Real Time Big Data, 12–16/set/2026 (1.600 entrevistas, ME ±2pp, registro TSE BR-09582/2026, contratante não identificado no material recebido — relatório completo em PDF ↓). A coluna de junho é reportada em "votos válidos" (exclui indecisos/brancos/nulos do denominador, que a reportagem consultada só informa somados: 12,2%) — não é diretamente comparável célula a célula às demais colunas (% do total de entrevistados). Já a coluna de março (Atlas) usa o total de entrevistados, como agosto e setembro, mas registra só 2% de indecisos/branco/nulo contra 20–21% em agosto e 4% na RTBD de setembro — provavelmente efeito do questionário online forçar mais escolha entre os nomes apresentados, e não uma queda real de indecisão ao longo da campanha; por isso a comparação de nível entre março, agosto e setembro também exige cautela, mesmo com denominador nominalmente igual. Ainda assim, a proporção entre os dois primeiros colocados é parecida nas quatro rodadas (25 pontos em março, agosto e setembro; 33 em junho): SC desponta como um dos redutos mais favoráveis a Bolsonaro no país, com Lula praticamente estagnado — a rodada de setembro é, inclusive, a que mede Lula mais alto desde março (26%). "Outros candidatos" em março agrega Aldo Rebelo (DC, 0,6%); em agosto agrega nomes com 1% ou menos em cada cenário (Clariana Barão, Samara, Edmilson Costa, Hertz Dias, Wilson Grassi, Rui Costa Pimenta); em setembro agrega Romeu Zema quando somado a nomes residuais (a RTBD não detalha a composição desse 1%). Os dois cenários de agosto variam apenas nos nomes de menor expressão — a disputa de topo é idêntica nos dois: 45% a 20%. A RTBD também simulou um cenário direto Lula x Bolsonaro (sem os demais nomes): 30% a 62%, com 5% de branco/nulo e 3% de NS/NR — folga ainda maior do que a vista na estimulada com todos os candidatos. Relatório completo da RTBD (PDF) ↓ Rodada mais recente: Quaest/NSC, 20–23/set/2026 (804 entrevistas domiciliares, ME ±3pp, registro TSE BR-09969/2026). Flávio Bolsonaro sobe de 45% para 50% e Lula de 20% para 23% em relação à Quaest de agosto; no 2º turno simulado, 60% a 24%. O relatório completo confirma 11% de indecisos e 4% de branco/nulo (a matéria do Poder360 havia invertido os dois). Nesta rodada o PRTB aparece com Leonardo Avalanche (0%), e não Pablo Marçal, por isso a linha passa a indicar os dois nomes; os demais candidatos têm 0% cada. O voto presidencial é o mais consolidado das três disputas (80% dizem que a escolha é definitiva, eram 70%). Relatório completo da Quaest (PDF) ↓
Governo Lula em SCMar/26Ago/26Set/26 (RTBD)Set/26 (Quaest)
Aprova24%28%33%30%
Desaprova71%69%64%66%
NS/NR5%3%3%4%
Avaliação por nota (ótimo/bom, regular, ruim/péssimo): 18% positiva, 16% regular, 66% negativa em março (AtlasIntel, saldo −48pp), 20% positiva, 19% regular, 60% negativa em agosto (Quaest/Globo, 1% NS/NR) e 18% positiva, 30% regular, 49% negativa em setembro (Real Time Big Data, 3% NS/NR) — desaprovação segue bem acima da média nacional nas três rodadas, mas recua de forma consistente ao longo do ciclo (71% → 69% → 64%), com a aprovação subindo de 24% para 33%. Ainda assim SC permanece um dos estados de maior rejeição a Lula: mesmo a leitura mais branda do ciclo (RTBD, set) mostra quase o dobro de desaprovação sobre aprovação. A Quaest/NSC de 20–23/set (aprova 30%, desaprova 66%) confirma o quadro e, na comparação com a própria Quaest de agosto (28% e 69%), mostra variação dentro da margem de erro. Fontes: AtlasIntel, 25–30/mar/2026 (1.280 entrevistas, registro TSE SC-05257/2026 e BR-01666/2026), Quaest/Globo, 20–23/ago/2026 e Real Time Big Data, 12–16/set/2026 (1.600 entrevistas, registro TSE BR-09582/2026). Para efeito de comparação, a mesma pesquisa de março media aprovação de 59% e desaprovação de 29% para o governador Jorginho Mello (saldo +30pp) — o contraste ajuda a explicar por que Mello evita se distanciar do bolsonarismo, mas também não amarra sua candidatura a Lula ou ao PT. Na rejeição múltipla testada pela RTBD entre 14 pré-candidatos à Presidência (pergunta "em quem não votaria"), Lula lidera com 62% — a maior rejeição da lista, à frente de Flávio Bolsonaro (36%), Pablo Marçal (34%) e Ronaldo Caiado (32%).

Alianças

"Fé no Trabalho e Pé na Tábua" — Jorginho Mello (PL)

PL · Avante · Agir · DC · Federação PSDB Cidadania (PSDB / Cidadania) · Novo · Republicanos · Podemos — 9 legendas, a maior coligação da disputa. Coligação de reeleição do governador.

"Santa Catarina Acima de Tudo" — João Rodrigues (PSD)

PSD · MDB · Federação União Progressista (União Brasil / PP) — 4 legendas. Principal adversário de Jorginho Mello, segundo cobertura de imprensa.

"Coragem para Mudar" — Gelson Merísio (PSB)

PSB · PDT · Federação Brasil da Esperança (PT / PC do B / PV) · Federação PSOL Rede (PSOL / Rede) — 7 legendas, reúne o campo de esquerda numa única candidatura. Merísio foi candidato do PSD em 2018 (2º turno) — concorre agora pelo PSB.

Federação Renovação Solidária — Ralf Zimmer (PRD)

PRD · Solidariedade — federação concorre sem coligação com os demais blocos.

Candidaturas isoladas

Laís Chaud (UP), Professor Marcus Sodré (PSTU), Bruno Pedreiro (PCO) e Marcelo Brigadeiro (Missão) concorrem sem coligação, apenas pela legenda própria.

Fonte: TSE, consulta_coligacao_2026 (composição partidária de cada bloco) e consulta_cand_2026 (nomes, vices e coligação por candidato), extração de 06–07/09/2026. As mesmas três coligações e a federação isolada se repetem na disputa ao Senado — ver as candidaturas na aba Senado de Candidatos, abaixo.

Inteligência de pesquisas

Instituto Campo Contratante Método Amostra Mello Rodrigues Registro TSE Relatório
AtlasIntel 25–30 mar recursos próprios RDR/online 1.280 49,4% 21,4% SC-05257/2026
BR-01666/2026
PDF ↓
Instituto Veritá 29 mar–04 abr recursos próprios URA/voz 1.525 57,9% 16,9% BR-01798/2026
SC-08607/2026
matéria ↗
Neokemp 04–06 mai Jornal O Correio do Povo n/i 1.008 54,2% 18,3% SC-02820/2026 matéria ↗
Instituto Mapa 08–11 jun Jovem Pan Florianópolis n/i · votos válidos 1.008 71,5% 19,9% SC-07942/2026 matéria ↗
Neokemp 15–16 jun Jornal O Correio do Povo n/i 1.008 52,3% 20,4% SC-05232/2026 matéria ↗
IPC 09–13 jul Associação Catarinense de Jornais presencial 1.050 53,3% 26,2% BR-09576/2026
SC-09951/2026
matéria ↗
Quaest QUAEST 20–23 ago Globo / NC Comunicações domiciliar 804 50% 17% SC-00517/2026 PDF ↓
Neokemp 24–25 ago Jornal O Correio do Povo n/i 1.008 51,6% 22,4% SC-08694/2026 matéria ↗
AtlasIntel 04–09 set TV O Estado Florianópolis RDR/online 1.211 51,6% 18,5% SC-02036/2026 PDF ↓
Neokemp 10–12 set Jornal O Correio do Povo n/i 1.008 51,2% 24,0% SC-05206/2026 matéria ↗
Real Time Big Data 12–16 set TV Record n/i 1.600 49% 15% SC-00866/2026 matéria ↗
Instituto Veritá 14–19 set recursos próprios telefone · votos válidos 1.525 66,1% 17,2% SC-02704/2026
BR-09322/2026
matéria ↗
IPC 17–20 set Associação Catarinense de Jornais presencial 1.050 55,9% 18,1% SC-04254/2026
BR-01876/2026
matéria ↗
Rumo 18–20 set Rádio Colon presencial 2.100 48,9% 23,6% SC-05523/2026 matéria ↗
Paraná Pesquisas 20–22 set Sedek presencial 1.384 58,8% 16,5% SC-00523/2026 PDF ↗
Neokemp 30 set Jornal O Correio do Povo URA/voz 1.008 58,2% 16,7% SC-05312/2026 matéria ↗
Quaest QUAEST 20–23 set NSC / NC Comunicações domiciliar 804 54% 13% SC-04783/2026 PDF ↓
AtlasIntel 27 set–02 out recursos próprios digital (RDR) 1.794 54,6% 17,7% SC-01831/2026 matéria ↗
Quaest QUAEST 02–03 out NSC / NC Comunicações n/d 1.800 71% (vál.) 14% (vál.) SC-07346/2026 matéria ↗
Atualização de 03/out (véspera do 1º turno): duas rodadas novas. A AtlasIntel (27/09–02/10, 1.794 entrevistas por recrutamento digital aleatório, SC-01831/2026 e BR-09465/2026, margem de 2 pontos, contratada pelo próprio instituto e divulgada com o ND Mais) mede Mello com 54,6%, Merísio com 21,7% e Rodrigues com 17,7% nos votos totais (56,7%, 22,6% e 18,4% nos válidos), com 3,8% de brancos, nulos e indecisos. A Quaest/NSC (02–03/10, 1.800 entrevistas, SC-07346/2026) teve, nas fontes consultadas, apenas os votos válidos divulgados para governo (Mello 71%, Rodrigues 14%, Merísio 12%), por isso entra marcada com (vál.) e não é diretamente comparável às linhas em votos totais; o método de campo não foi informado (as rodadas anteriores da Quaest/NSC foram domiciliares, com 804 entrevistas). Nas duas, Mello vence no 1º turno. O painel de 2º turno passa a usar a Quaest de 02–03/10 (Mello 59% x Rodrigues 21%, Mello 63% x Merísio 15%). A Gazeta do Povo apresenta esses cenários como votos válidos, mas os números somam 100% com indecisos (13%) e brancos/nulos (7% e 9%), o que indica tratar-se de votos totais; o painel os trata assim. A rejeição ao lado segue com o Paraná Pesquisas de setembro, porque nenhuma das rodadas de véspera teve rejeição localizada na cobertura. Atualização de 02/out: nova rodada Neokemp para o Jornal O Correio do Povo (1.008 entrevistas por telefone automatizado em 168 municípios, margem de 3,1 pontos, SC-05312/2026, divulgada em 01/10). Mello tem 58,2%, Merísio 18,3% e Rodrigues 16,7%, com 2,5% de indecisos e 1,5% de brancos e nulos. Nos votos válidos, Mello chega a 60,6%, patamar de vitória no 1º turno, e 71,9% dos entrevistados esperam sua vitória. Em relação à rodada de 10–12/set do instituto, Mello sobe de 51,2% para 58,2%, Rodrigues cai de 24,0% para 16,7% e Merísio sobe de 15,1% para 18,3%, o que o coloca numericamente em 2º, dentro da margem de erro. A cobertura do OCP News informa campo em 30/09, enquanto a Gazeta do Povo cita 29/09 a 01/10; a tabela usa a data informada pelo veículo contratante. Diferentemente da rodada de 10–12/set, esta divulgou também o Senado (ver gráfico de posições). Seguem sem resultados localizados as rodadas de Clenix (SC-09368), Datatrends (SC-05011) e Veritá/RBTV (SC-02714), assim como os números de governo da Rumo de 24–26/set. Atualização de 29/set: nenhuma nova rodada de governo com resultados divulgados foi localizada desde a Quaest/NSC de 20–23/set. A Rumo publicou em 29/set os resultados de Senado da rodada de 24–26/set (SC-04705/2026, contratante Rádio Colon), incorporados ao gráfico de ranking do Senado, mas os números de governo dessa rodada não foram encontrados na cobertura consultada. Seguem sem resultados localizados as rodadas de Clenix (SC-09368), Datatrends (SC-05011) e Veritá/RBTV (SC-02714), e a Neokemp (SC-05312) foi divulgada em 01/10 (ver atualização de 02/out). Dezesseis rodadas de março a setembro/26. Entre 17 e 23/set entraram cinco novas rodadas (Veritá, IPC/ACJ, Rumo, Paraná Pesquisas e Quaest/NSC), todas com cenário de vitória de Mello no 1º turno em votos válidos (nas quatro que divulgaram votos totais, ele fica entre 48,9% e 58,8%). A mais recente por data de campo (Quaest/NSC, 20–23/set) mede Mello com 54%, quatro pontos acima da Quaest de agosto, e o Paraná Pesquisas (20–22/set) registra o teto da série em votos totais (58,8%). A leitura mais baixa de setembro segue sendo a Rumo (48,9%, 18–20/set), que por outro lado mede Rodrigues no patamar mais alto do mês (23,6%). A disputa pelo 2º lugar continua sensível ao instituto. Rodrigues varia de 13% (Quaest) a 23,6% (Rumo) na mesma semana, e Merísio, que aparecia com 8% na RTBD, oscila entre 9,6% (IPC) e 11,3% (Paraná Pesquisas), com a Quaest medindo a menor distância entre os dois em setembro (13% a 10%). A linha do Instituto Veritá (14–19/set) traz somente votos válidos (66,1% para Mello, 17,2% para Rodrigues, 13,4% para Merísio), porque os totais não foram localizados na cobertura consultada; como a linha de junho do Instituto Mapa, ela não é comparável diretamente às demais. Seguem registradas no TSE, com divulgação prevista para 24/09 a 01/10, rodadas de Clenix (SC-09368/2026, não localizada até esta atualização), Datatrends (SC-05011/2026), Veritá/RBTV (SC-02714/2026), Rumo (SC-04705/2026) e Neokemp (SC-05312/2026). A Neokemp de setembro não testou cenários de 2º turno, rejeição ou Senado — mesma limitação das rodadas anteriores do instituto; a RTBD não relatou método de coleta na cobertura consultada (CNN Brasil). Os cenários de 2º turno testados pela RTBD (Mello 57% x Rodrigues 26%; Mello 66% x Merísio 18%) aparecem no painel "Cenários de 2º turno", abaixo, substituindo os dados de agosto. Fica em aberto se a oscilação do 2º lugar entre as três rodadas de setembro é ruído de metodologia (a AtlasIntel usa coleta digital, diferente das demais pesquisas usadas para medir esse 2º lugar) ou uma oscilação real de poucos dias. A mais antiga (AtlasIntel, 25–30/mar) não tem contratante identificado no material recebido — presume-se recursos próprios do instituto, modelo mais comum para pesquisas AtlasIntel, mas isso não é confirmado por reportagem e deve ser tratado com essa ressalva. Todas testam cenários estimulados semelhantes, mas a evolução da vantagem de Mello não é uma queda linear: a rodada de março (Atlas, coleta 100% online) já mostrava Mello mais baixo (49,4%) do que praticamente todas as rodadas seguintes, incluindo as de agosto — enquanto o Instituto Veritá, com campo na semana seguinte (29/mar–4/abr) mas por URA/voz, media 57,9%, o mais alto da série. Dali em diante, as rodadas por telefone/painel (Neokemp, Mapa, IPC) ficaram entre 52–54% até julho, fechando agosto em 50–52% (Quaest, Neokemp) — uma acomodação real, mas mais modesta do que a comparação simples entre a primeira e a última rodada sugeriria; a diferença de nível entre Atlas e Veritá na mesma janela é provavelmente efeito de metodologia (coleta online vs. URA/voz), não de uma virada real de opinião em poucos dias. Rodrigues, por outro lado, subiu de forma mais constante: 21,4% em março, 17–19% em abril/maio, 22–26% em julho/agosto. A linha de Instituto Mapa (71,5%) é outro outlier explicado por metodologia: a reportagem consultada apresenta o resultado em "votos válidos" (exclui indecisos e brancos/nulos do denominador), o que infla a liderança em comparação com as demais pesquisas, que reportam % do total de entrevistados — não é comparável diretamente às outras linhas desta tabela. O caso do Instituto Veritá também merece cautela: a cobertura do Jornal Razão (usada nesta linha) traz Mello em 57,9%, mas uma nova divulgação dos mesmos dados brutos (mesmo período de campo, mesma amostra de 1.525) circulou depois com "votos válidos" recalculados em 68,1% — mais um sinal de que comparações entre pesquisas de institutos diferentes, ou até releituras da mesma pesquisa, exigem checar a metodologia exata antes de citar. Uma décima pesquisa (Futura Inteligência/Apex Partners, divulgada em 11/jun, registro SC-01761/2026) teve a divulgação suspensa por decisão liminar do TRE-SC em 12/jun — os números não chegaram a ser republicados e não entram nesta tabela. A AtlasIntel também testou um Cenário 2, substituindo Gelson Merísio por Décio Lima (PT) como pré-candidato da esquerda: nele, Mello tem 49,9%, Rodrigues 20,9% e Décio Lima 19,6% — como nenhum dos dois (Merísio ou Décio Lima) chegou a ser candidato oficial ao governo nas listas do TSE consultadas para este painel, o Cenário 2 não entra na tabela principal, mas reforça que a segunda posição na campanha de governo era disputada, em março, entre Rodrigues e o campo de esquerda.

Rejeição ("não votaria de jeito nenhum") · Paraná Pesquisas, 20–22 set

Merísio (PSB)
34,3%
Mello (PL)
18,2%
Rodrigues (PSD)
9,5%

Cenários de 2º turno (Quaest/NSC, 02–03 out)

Mello x Rodrigues
59% · 21%
Mello x Merísio
63% · 15%
Rejeição estimulada de resposta múltipla do Paraná Pesquisas (20–22/set, SC-00523/2026). As três rodadas de setembro que mediram rejeição convergem no essencial. Merísio segue como o candidato mais rejeitado (34,3% no Paraná Pesquisas, 29,0% no IPC/ACJ, 26% na Quaest, empatado com Mello), enquanto Rodrigues tem a menor rejeição entre os três principais (9,5%, 7,0% e 18%, respectivamente). As perguntas diferem entre institutos (a Quaest usa "conhece e não votaria", o Paraná Pesquisas e o IPC listam os nomes para rejeição), por isso os níveis não são diretamente comparáveis. Em agosto, a Neokemp havia medido Merísio com 35,5%, Mello com 27,9% e Rodrigues com 7,6%. Nos cenários de 2º turno da Quaest/NSC, Mello amplia a vantagem sobre os dois adversários em relação a agosto (56%–24% e 63%–16%) e fica próximo do que a RTBD mediu em 12–16/set (57%–26% e 66%–18%). A folga segue maior contra Merísio (51 pontos) do que contra Rodrigues (35 pontos).

Conhecimento, potencial de voto e rejeição

Candidato ao Governo Conhece e votaria Não conhece Conhece e não votaria NET set NET ago
Jorginho Mello (PL)64%10%26%+38+33
João Rodrigues (PSD)30%52%18%+12+9
Laís Chaud (UP)2%94%4%−2−2
Marcelo Brigadeiro (Missão)3%89%8%−5−3
Professor Marcus Sodré (PSTU)3%89%8%−5−5
Bruno Pedreiro (PCO)1%93%6%−5−2
Ralf Zimmer (PRD)1%89%10%−9−5
Gelson Merísio (PSB)14%60%26%−12−15
Fonte: Quaest/NSC, 20–23/set/2026 (804 entrevistas, SC-04783/2026), com o NET de agosto (Quaest/Globo, 20–23/ago, SC-00517/2026) na última coluna. Pergunta: "Você diria que conhece e votaria, não conhece, ou conhece e não votaria em ___?". NET = potencial de voto menos rejeição. Mello amplia o saldo de +33 para +38, com potencial de voto de 64% e rejeição em queda (29% para 26%). Rodrigues também melhora (+9 para +12). Merísio é quem mais cresce em potencial de voto (9% para 14%) e reduz o saldo negativo de −15 para −12, mas continua sendo o único dos três principais com mais rejeição do que potencial, e ainda é desconhecido por 60% do eleitorado. Entre os demais, Ralf Zimmer piora (rejeição de 7% para 10%).
Candidato ao Senado Conhece e votaria Não conhece Conhece e não votaria NET set NET ago
Carol De Toni (PL)34%51%15%+19+11
Esperidião Amin (PP)45%22%33%+12+16
Lunelli (MDB)12%78%10%+2+1
Carlos Bolsonaro (PL)38%25%37%+1−6
Túlio de Amorim Pfuetzenreiter (Missão)3%93%4%−1+0
Ana Lucia da Silveira Machado (UP)4%91%5%−1−2
Jeferson Rocha (PRD)2%94%4%−2−3
Marlene Soccas (UP)2%93%5%−3−3
Carol (PCO)7%83%10%−3−4
Marcos Dorval (PSTU)5%86%9%−4−5
Joaninha de Oliveira (PSTU)3%90%7%−4−4
Afrânio Boppré (PSOL)9%77%14%−5−7
Décio Lima (PT)24%36%40%−16−25
Mesma pergunta aplicada aos 13 candidatos ao Senado (Quaest/NSC, set/26, com o NET de agosto na última coluna). Carol De Toni passa a ter o melhor saldo da disputa (+19, era +11), porque ampliou o potencial de voto de 23% para 34% mantendo rejeição baixa (15%), embora ainda seja desconhecida por metade do eleitorado. Amin segue com o maior potencial de voto (45%), mas a rejeição sobe para 33% e o saldo cai de +16 para +12. Carlos Bolsonaro sai do negativo (−6 para +1), com potencial de 38% e rejeição de 37%, a segunda maior da lista. Décio Lima continua com o pior saldo, mas melhora de −25 para −16. Lunelli (MDB) cresce em conhecimento (22% conhecem) e fica com saldo levemente positivo (+2).

Voto é definitivo? (Quaest, ago e set/26)

Governador · ago Governador · set Senado · ago Senado · set Presidente · ago Presidente · set
É definitiva57%67%45%62%70%80%
Pode mudar42%33%55%38%30%20%
NS/NR1%0%0%0%0%0%
"Você diria que a sua escolha de voto é definitiva, ou pode mudar caso algo aconteça?", pergunta feita a quem declarou voto. Valores agregados de todos os eleitores com voto declarado, conforme o comparativo publicado no relatório de setembro. Eles diferem dos números por eleitorado que este painel mostrava para agosto (61% entre eleitores de Mello e 62% entre os de Rodrigues; 79% e 80% entre os de Bolsonaro e Lula), que eram recortes por candidato. A cristalização avançou nas três disputas, e de forma mais intensa no Senado, que passa de 45% para 62% de voto definitivo e deixa de ter maioria de eleitores dispostos a mudar. Ainda assim, o Senado segue como a escolha menos consolidada das três e é também a que concentra mais indecisos (22% na estimulada e 71% na espontânea). Fontes: Quaest/Globo, 20–23/ago/2026 (SC-00517/2026) e Quaest/NSC, 20–23/set/2026 (SC-04783/2026), 804 entrevistas em cada rodada.

Nacionalização da disputa ao Governo (Quaest, ago/26)

Você gostaria que o próximo governador fosse...

Aliado do Flávio Bolsonaro
43%
Independente
38%
Aliado do Lula
16%

Um pedido de voto de ___ mudaria sua chance de votar no apoiado?

AumentariaNão mudariaDiminuiriaNS/NR
Apoio do Lula15%39%44%2%
Apoio do Flávio Bolsonaro31%45%21%3%
De modo geral, os catarinenses preferem um governador alinhado a Flávio Bolsonaro (43%) a um alinhado a Lula (16%) por quase 3 para 1 — 38% preferem independência de qualquer um dos dois. O efeito de um apoio explícito é assimétrico: um pedido de voto de Bolsonaro aumentaria a chance de voto para 31% dos entrevistados e diminuiria para 21% (saldo positivo); um pedido do Lula tem o efeito oposto e mais forte — diminuiria a chance para 44%, contra só 15% que diriam que aumentaria (saldo bem negativo). Uma pergunta correlata — "quem será o candidato apoiado por Lula/por Flávio Bolsonaro ao Governo de SC em 2026?" — teve maioria de "não sei" nos dois casos (88% para Lula, 54% para Flávio), mas entre quem arriscou um nome, Jorginho Mello foi disparado o mais citado como o "apoiado por Flávio" (45%) e Gelson Merísio o mais citado como "apoiado por Lula" (só 8%) — números baixos demais para ler como intenção de voto, mas que confirmam o alinhamento já percebido pelo eleitor. Fonte: Quaest/Globo, 20–23/ago/2026, 804 entrevistas, registro TSE SC-00517/2026. Atualização de setembro (Quaest/NSC): a percepção dos alinhamentos se consolidou. Mello passa a ser apontado como o candidato apoiado por Flávio Bolsonaro por 54% (eram 45%), e Merísio como o apoiado por Lula por 28% (eram 8%), com o "não sei" caindo para 44% e 69%, respectivamente. Entre eleitores da esquerda não lulista, 51% já identificam Merísio como o candidato de Lula. As perguntas sobre preferência de alinhamento e efeito do pedido de voto não foram repetidas em setembro.

Autoidentificação política do eleitorado catarinense (Quaest, set/26)

Direita não bolsonarista
29%
Independente
25%
Bolsonarista
20%
Lulista
12%
Esquerda não lulista
11%
"Na escala de posições políticas, em qual grupo você se encaixa?" (3% NS/NR, omitido do gráfico). Na rodada de setembro, 49% do eleitorado catarinense se posiciona à direita (bolsonarista + direita não bolsonarista) e 23% à esquerda (lulista + esquerda não lulista), mais que o dobro. Em agosto, os números eram 47% e 21%, com 29% de independentes (agora 25%). A "direita não bolsonarista" segue maior que o bolsonarismo estrito e cresce de 26% para 29%, o que ajuda a entender por que candidatos de direita sem a marca bolsonarista, como João Rodrigues (PSD) e Esperidião Amin (PP), seguem competitivos. Como a variação entre rodadas está dentro da margem de erro, a leitura prudente é de estabilidade do perfil. Fontes: Quaest/Globo, 20–23/ago/2026, e Quaest/NSC, 20–23/set/2026.

Senado · ranking ao longo do tempo

ver as rodadas com 1º e 2º voto em tabela →
25–30 mar 22–24 jul 20–23 ago 24–26 ago 04–09 set 12–16 set 18–20 set 20–22 set 20–23 set 24–26 set 30 set 27/9–2/10 2–3 out 1º 2º 3º 4º 5º
Posição relativa entre os cinco candidatos acompanhados (De Toni, Carlos Bolsonaro, Amin, Décio Lima e Boppré) em 13 rodadas de pesquisa, de 25–30/mar a 03/out/2026 (AtlasIntel, Neokemp, Quaest, Real Time Big Data, Rumo e Paraná Pesquisas). Nas rodadas que separam 1º e 2º voto, usa-se o 1º voto ou o consolidado; a Rumo publica a média entre 1º e 2º voto e o Paraná Pesquisas a soma das menções. Ranking, não percentual, porque os institutos usam metodologias e bases de cálculo muito diferentes, o que torna os números brutos não comparáveis entre si. Véspera (03/out): as duas últimas rodadas repetem a mesma ordem. Na AtlasIntel (27/09–02/10), De Toni tem 28,6% dos válidos, Carlos Bolsonaro 18,1%, Amin 18% e Décio Lima 14,5%; na Quaest/NSC (02–03/10), em válidos com perfil de comparecimento, 30%, 24%, 20% e 12%, com Boppré (5%) à frente de Lunelli (4%). No gráfico, a Quaest de outubro entra pelo consolidado em válidos, e não pelo 1º voto, que não foi localizado na cobertura; a AtlasIntel não divulgou o percentual de Boppré, que aparece em 5º por exclusão. A 2ª vaga segue em empate técnico entre Bolsonaro e Amin nas duas rodadas. A rodada anterior, Neokemp de 30/set (1.008 entrevistas, SC-05312/2026), recoloca De Toni na frente, com 29% do consolidado de 1º e 2º votos (58% na soma dos dois votos), seguida por Carlos Bolsonaro (21,9%) e Amin (18,7%), empatados na margem de erro, e Décio Lima (12,4%). Os demais candidatos ficam abaixo de 9%. A comparação com a Rumo de 24–26/set, que mede Amin em 1º, mostra que a disputa pela 2ª vaga, e até a ordem entre os três primeiros, segue dependente do instituto. Na rodada anterior, Rumo de 24–26/set (2.100 entrevistas, SC-04705/2026), Amin volta a ficar na frente, com 25,4%, seguido por De Toni (22,4%) e Carlos Bolsonaro (19%), e Lunelli (12,8%) aparece à frente de Décio Lima (12,4%). É o mesmo ordenamento da rodada anterior do instituto (18–20/set), o que reforça o efeito-casa. Nas rodadas de 18 a 23/set, De Toni, Bolsonaro e Amin já trocavam de posição a cada instituto. A Rumo (18–20/set) coloca Amin em 1º (18,1%), De Toni em 2º (17,1%) e Bolsonaro em 3º (15,0%). O Paraná Pesquisas (20–22/set) mede De Toni, Bolsonaro e Amin, nessa ordem. Na Quaest/NSC (20–23/set), o 1º voto, usado no gráfico, traz De Toni (19%), Amin (18%) e Bolsonaro (17%), separados por dois pontos; no consolidado das duas vagas a ordem muda para De Toni, Bolsonaro e Amin (17%, 16% e 15%). Décio Lima segue estável em 4º. Atenção a Boppré: ele é o 5º entre os nomes acompanhados, mas na Rumo e no Paraná Pesquisas Lunelli (MDB) aparece à sua frente (10,9% e 7,2%, contra 3,8% e 6,6%), e na Quaest os dois quase empatam (Lunelli 3% e Boppré 2% no 1º voto; Boppré 4% e Lunelli 3% no consolidado). Passe o mouse sobre um ponto para ver instituto e data; clique num nome na legenda para isolar ou esconder o candidato.

Senado · evolução por instituto

Candidato Mar/26 · 1º voto Mar/26 · 2º voto Jul/26 · 1º voto Jul/26 · 2º voto Ago/26 (Quaest) · 1º voto Ago/26 (Quaest) · 2º voto Ago/26 (Neokemp) · 1º voto Ago/26 (Neokemp) · 2º voto Set/26 (Quaest) · 1º voto Set/26 (Quaest) · 2º voto
Carlos Bolsonaro (PL)19,8%16,9%27,7%19,9%21%12%24,2%16,1%17%14%
Carol De Toni (PL)33,6%27,8%21,0%23,7%12%12%25,5%22,4%19%15%
Esperidião Amin (PP)17,7%22,4%11,5%14,2%23%15%16,0%22,8%18%12%
Décio Lima (PT)15,2%11,5%13,8%11,8%10%7%14,6%10,1%14%6%
Lunelli (MDB)n/dn/d8,4%7,6%2%2%7,2%7,3%3%3%
Afrânio Boppré (PSOL)8,3%11,1%6,6%8,4%2%3%3,5%8,3%2%5%
Indecisos2,0%3,7%6,4%8,6%17%29%5,4%7,3%17%27%
Branco/nulo3,4%6,6%4,0%5,1%9%13%2,6%2,7%7%11%
Fontes: AtlasIntel, 25–30/mar/2026 (1.280 entrevistas, recrutamento digital online, ME ±3pp, registro TSE SC-05257/2026 e BR-01666/2026); Neokemp/Jornal O Correio do Povo, duas rodadas — 22–24/jul/2026 (registro TSE SC-02194/2026) e 24–26/ago/2026 (registro TSE SC-08694/2026), ambas com 1.008 entrevistas, ME 3,1pp, 95% de confiança; e Quaest, duas rodadas de 804 entrevistas domiciliares, 20–23/ago/2026 (Globo/NC Comunicações, SC-00517/2026) e 20–23/set/2026 (NSC/NC Comunicações, SC-04783/2026), que também trazem a pergunta em "média das duas vagas" (não reproduzida aqui). Na Quaest de setembro, De Toni lidera o 1º voto (19%) e o 2º voto (15%), com Amin (18%) e Bolsonaro (17%) tecnicamente empatados com ela no 1º voto; o fato novo em relação a agosto é a queda de Amin no 1º voto (23% para 18%) e a subida de De Toni (12% para 19%), enquanto os indecisos ficam estáveis no 1º voto (17%) e seguem altos no 2º (27%, eram 29%). SC elege duas vagas ao Senado, por isso todos os institutos testam 1º e 2º voto separadamente. A AtlasIntel não testou Lunelli (MDB) como opção — as células de março ficam como "n/d" em vez de zero. A disputa embaralhou mais de uma vez ao longo do ano — e a virada mais brusca aconteceu dentro da própria semana final de agosto: em março, a AtlasIntel já apontava Carol De Toni (PL) isolada na frente (33,6% no 1º voto, 27,8% no 2º), com Carlos Bolsonaro (PL, mesmo partido) em 2º lugar; em julho, a Neokemp mediu o quadro invertido, com Bolsonaro na frente do 1º voto (27,7%) e De Toni líder do 2º (23,7%); em 20–23/ago, a Quaest chegou a medir Esperidião Amin (PP) na ponta do 1º voto (23%, o único momento da série em que ele lidera), com De Toni caindo para 3º (12%) — e só três dias depois, em 24–26/ago, a Neokemp voltou a mostrar De Toni na frente (25,5%), com Amin em 3º (16,0%) mas líder isolado do 2º voto (22,8%). Ou seja: no fim de agosto, duas pesquisas de institutos diferentes, quase na mesma janela de campo, produziram rankings de 1º voto praticamente opostos — sinal de que a metodologia (Quaest: entrevistas domiciliares presenciais; Neokemp: telefone/painel) pesa tanto ou mais que qualquer mudança real de opinião em poucos dias. Isso também aparece nos indecisos: a Quaest mede 17% no 1º voto e 29% no 2º, bem acima dos 5,4%/7,3% da Neokemp na mesma janela — diferença de metodologia, não uma virada real do eleitorado. Dentro da margem de erro de agosto, De Toni, Bolsonaro e Amin seguem tecnicamente embolados no 1º voto, a depender do instituto — nenhuma das duas vagas está definida. Na rejeição categórica também há oscilação: em julho, Bolsonaro liderava a rejeição (32,1%), à frente de Décio Lima (29,0%) e Boppré (22,8%); em agosto, Lima passa a ser o mais rejeitado (38,2%), à frente de Bolsonaro (34,0%) — a rejeição de Boppré cai à metade (14,2%). A rodada Real Time Big Data (12–16/set) não entra nesta tabela porque testou os candidatos em cenário único, sem separar 1º e 2º voto como os demais institutos; seus números (De Toni 24%, Amin e Bolsonaro empatados em 20%, Décio Lima 11%, Boppré 10%) aparecem no gráfico de ranking, acima. O mesmo vale para as rodadas Rumo e Paraná Pesquisas, que publicaram apenas o voto consolidado das duas vagas; a Quaest de setembro, que separa 1º e 2º voto no relatório completo, foi incluída na tabela. Rumo (média de 1º e 2º voto): Amin 18,1%, De Toni 17,1%, Bolsonaro 15,0%, Lunelli 10,9%, Décio Lima 10,2%, Boppré 3,8%. Paraná Pesquisas (soma de 1º e 2º voto, total de cerca de 200%): De Toni 42,3%, Bolsonaro 36,0%, Amin 34,2%, Décio Lima 15,6%, Lunelli 7,2%, Boppré 6,6%. Quaest/NSC (votos consolidados, total de 100%): De Toni 17%, Bolsonaro 16%, Amin 15%, Décio Lima 10%, Boppré 4%, Lunelli 3%, com 22% de indecisos e 9% de branco/nulo.

Imagem, rejeição e avaliação de governo (AtlasIntel, mar/26)

Dados de imagem, rejeição categórica ampla e avaliação por área só estão disponíveis, até o momento, na rodada de março da AtlasIntel — sem outra pesquisa catarinense testando as mesmas perguntas, os números abaixo são um retrato pontual, não uma série histórica.

Rejeição categórica — candidatos ao Governo (AtlasIntel, mar)

Merísio (PSB)
31,2%
Mello (PL)
28,4%
Rodrigues (PSD)
15,7%

Maiores problemas de SC, na opinião do eleitor (até 3 opções)

Infraestrutura
27,9%
Acesso à saúde
26%
Migração interestadual
22%
Criminalidade
20,7%
Qualidade da educação
20,6%
Rejeição categórica (pergunta "em qual político você não votaria de jeito nenhum", múltiplos políticos nacionais e estaduais testados juntos): entre os pré-candidatos ao Governo de SC, Merísio tinha a maior rejeição em março (31,2%), seguido por Mello (28,4%) e Rodrigues, de longe o menos rejeitado (15,7%). Comparando com a mesma pergunta feita pela Neokemp em agosto (ver painel de rejeição categórica, acima), o quadro pouco mudou para Mello (28,4% → 27,9%) e piorou bastante para Merísio (31,2% → 35,5%), enquanto Rodrigues teve leve queda (15,7% → 7,6%) — direção coerente com a subida de Rodrigues nas intenções de voto ao longo do ano. "Maiores problemas de SC" é pergunta de múltipla escolha (até 3 opções por respondente, por isso os percentuais não somam 100%) e não tem pergunta equivalente ainda testada por outro instituto no estado; fora do top 5 aparecem carga tributária (20%), corrupção (20%), habitação (17,7%) e violência contra a mulher (17,3%). Fonte: AtlasIntel, 25–30/mar/2026.
Imagem Positiva Não sei Negativa Saldo
Carol De Toni (PL)63%10%26%+37pp
João Rodrigues (PSD)53%21%26%+27pp
Esperidião Amin (PP)56%14%29%+27pp
Jorginho Mello (PL)57%6%37%+20pp
Carlos Bolsonaro (PL)35%15%49%−14pp
Gelson Merísio (PSB)13%44%43%−30pp
Décio Lima (PT)22%16%62%−40pp
Lula (PT)28%2%70%−42pp
"Você tem uma imagem positiva ou negativa dos seguintes líderes políticos?" — Carol De Toni tem, disparada, a melhor imagem entre os catarinenses testados (+37pp de saldo), à frente até de Mello e Rodrigues, os dois nomes mais bem avaliados na disputa ao governo. Carlos Bolsonaro, cotado para uma candidatura ao Senado apoiada por Jair Bolsonaro, já tinha saldo negativo em março (−14pp) — bem pior que o de De Toni, colega de partido e de chapa. Sobre uma eventual candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado "apoiada por Jair Bolsonaro", 50% dos entrevistados classificaram a ideia como "um oportunismo político que vai contra os interesses do estado", 25,6% como "a melhor alternativa para os interesses do estado" e 20,6% como "uma estratégia política legítima, mas questionável" — sinal de resistência a essa candidatura mesmo antes de ela se consolidar (Carlos Bolsonaro acabou concorrendo e aparece nas pesquisas de Senado de julho e agosto, acima). Sobre reeleição, 53,8% disseram em março que Jorginho Mello "merece ser reeleito" contra 41,1% que discordam — patamar mais baixo que os 66% registrados pela Quaest em agosto, mas as perguntas não são idênticas ("merece ser reeleito" vs. "merece ser reeleito para mais um mandato", ambas de resposta fechada) nem os institutos os mesmos, o que limita a leitura de uma "evolução" direta entre os dois números. Fonte: AtlasIntel, 25–30/mar/2026.
Comparando a confiança do eleitor para administrar 10 áreas de governo, Jorginho Mello venceu João Rodrigues em todas nas dez perguntas: as maiores vantagens foram em infraestrutura (54% a 27%, +27pp), combate à corrupção (52% a 26%, +26pp) e educação (53% a 28%, +25pp); a menor margem foi em pobreza e desigualdade social (47% a 33%, +14pp). Fonte: AtlasIntel, 25–30/mar/2026 — pergunta fechada, sem opção "nenhum dos dois" além de "não sei".

Contexto histórico

Diferente do Paraná, Santa Catarina vem decidindo o governo do estado no segundo turno havia duas eleições seguidas. Em 2014, Raimundo Colombo (PSD) ainda se reelegeu em primeiro turno, com 51,36% dos votos válidos, contra Paulo Bauer (PSDB, 29,90%) e Cláudio Vignatti (PT, 15,56%) — uma vitória folgada que marcou os últimos anos de hegemonia do PSD no comando do estado sem necessidade de disputa adicional.

A partir de 2018 o padrão mudou. Sem Colombo na disputa (no limite de mandatos), o primeiro turno terminou pulverizado entre Gelson Merísio (PSD, 31,12%), Carlos Moisés (PSL, 29,72%), Mauro Mariani (MDB, 23,21%) e Décio Lima (PT, 12,78%) — nenhum chegou perto da maioria absoluta. No segundo turno, Moisés (PSL), então pouco conhecido, deu a volta por cima e venceu Merísio por 71,09% a 28,91%, a maior virada entre os três estados do Sul naquele ciclo. Moisés não terminou o mandato: acabou afastado pela Assembleia Legislativa por crime de responsabilidade em 2021 e foi substituído pela vice, Daniela Reinehr.

Em 2022, o campo bolsonarista se reorganizou em torno de Jorginho Mello (PL), que já liderou o primeiro turno com folga (38,62%) num campo fragmentado — Décio Lima (PT, 17,42%), o próprio Carlos Moisés, então já rompido com o bolsonarismo e concorrendo pelo Republicanos (16,99%), Gean Loureiro (União Brasil, 13,61%) e Esperidião Amin (PP, 9,75%) — e venceu o segundo turno contra Décio Lima por 70,69% a 29,31%, uma das maiores margens de segundo turno do país naquele ano.

Olhando para o conjunto dessas três eleições, dois padrões se destacam. O primeiro é a estabilidade ideológica por trás da instabilidade partidária: desde a redemocratização, Santa Catarina nunca elegeu um governador do PT ou de qualquer outro partido claramente identificado com a esquerda — o poder estadual circula historicamente entre legendas de centro-direita e direita (PFL, PMDB, PP, PSD, PSL, PL), muitas vezes com as mesmas lideranças migrando de sigla em sigla ao longo da carreira (o próprio Esperidião Amin já foi governador por partidos diferentes em décadas distintas). A disputa real, portanto, tende a se dar dentro do campo de direita/centro-direita, não entre direita e esquerda — o que ajuda a explicar por que candidatos do PT (Vignatti em 2014, Décio Lima em 2018 e 2022) nunca chegaram perto de vencer, mesmo quando o PT governava o Brasil.

O segundo padrão é a fragmentação crescente do campo governista no primeiro turno a partir de 2018 — e sua reversão em 2026. Em 2014, o "situacionismo" venceu de forma unificada e tranquila; em 2018 e 2022, ele se estilhaçou em pré-candidaturas concorrentes (Merísio x Moisés em 2018; Mello x Moisés x Loureiro x Amin em 2022), forçando o 2º turno nas duas eleições seguintes — em 2018, inclusive, com a virada do então quase desconhecido Carlos Moisés sobre o favorito Merísio, e um desfecho turbulento, com o afastamento do governador eleito em pleno mandato. Chegando a 2026, Jorginho Mello (PL) é pré-candidato à reeleição — ao contrário de Ratinho Junior no PR, ele não está no limite de mandatos — e, diferente das duas eleições anteriores, o campo governista aparece coeso: nenhuma das oito rodadas de pesquisa reunidas neste painel mostra Mello abaixo de 49%, patamar mais perto do padrão de 2014 (decisão no 1º turno) do que do padrão fragmentado de 2018/2022. Se isso se confirmar em outubro, 2026 marcaria o fim de dois ciclos seguidos de 2º turno em Santa Catarina. Esta leitura é uma síntese de resultados oficiais do TSE e da cobertura de imprensa reunida neste painel — se você quiser substituir ou complementar com sua própria análise, é só mandar o texto.

Histórico do estado

Ano Turno Data Candidato Partido % votos válidos Resultado
20141º (único)05/10/2014Raimundo ColomboPSD51,36%reeleito
20141º (único)05/10/2014Paulo BauerPSDB29,90%derrotado
20141º (único)05/10/2014Cláudio VignattiPT15,56%derrotado
20181º07/10/2018Gelson MerísioPSD31,12%foi ao 2º turno
20181º07/10/2018Carlos MoisésPSL29,72%foi ao 2º turno
20181º07/10/2018Mauro MarianiMDB23,21%derrotado
20181º07/10/2018Décio LimaPT12,78%derrotado
20182º28/10/2018Carlos MoisésPSL71,09%eleito
20182º28/10/2018Gelson MerísioPSD28,91%derrotado
20221º02/10/2022Jorginho MelloPL38,62%foi ao 2º turno
20221º02/10/2022Décio LimaPT17,42%foi ao 2º turno
20221º02/10/2022Carlos MoisésRepublicanos16,99%derrotado
20221º02/10/2022Gean LoureiroUnião Brasil13,61%derrotado
20221º02/10/2022Esperidião AminPP9,75%derrotado
20222º30/10/2022Jorginho MelloPL70,69%eleito
20222º30/10/2022Décio LimaPT29,31%derrotado
Resultados oficiais das três últimas eleições para governador de SC, fonte TSE (via cobertura de Gazeta do Povo, Agência Brasil, CNN Brasil e Wikipédia/TSE). Diferente do Paraná, Santa Catarina foi a segundo turno em 2018 e 2022 — só 2014 se decidiu já na primeira votação. Décio Lima (PT) concorreu ao governo tanto em 2018 (4º lugar, 12,78%) quanto em 2022 (2º lugar, chegando ao 2º turno contra Jorginho Mello). Carlos Moisés, eleito em 2018 pelo PSL, concorreu novamente em 2022 já pelo Republicanos e terminou em 3º lugar — ele havia sido afastado do cargo de governador pela Assembleia Legislativa em 2021, antes do fim do mandato.

Candidatos

Julgamento do registro de candidatura: as 21 candidaturas rastreadas a governo e Senado em SC (8 chapas ao governo, 13 ao Senado) estão "Deferido" — nenhuma pendência, indeferimento ou recurso identificado. Fonte: TSE, lista_candidatos_2026, extração de 18/09/2026.
Governo
Senado
Câmara Federal
Assembleia Legislativa
JM

Jorginho Mello

PL
Governador · vice: Adriano Silva (Novo) · coligação Fé no Trabalho e Pé na Tábua
JR

João Rodrigues

PSD
Governador · vice: Carlos Chiodini (MDB) · coligação Santa Catarina Acima de Tudo
GM

Gelson Merísio

PSB
Governador · vice: Angela Albino (PDT) · coligação Coragem para Mudar
RZ

Ralf Zimmer

PRD
Governador · vice: Carlos Bordin (Solidariedade) · Federação Renovação Solidária
LC

Laís Chaud

UP
Governadora · vice: Nathália Melo (UP) · candidatura isolada
MS

Professor Marcus Sodré

PSTU
Governador · vice: Professora Taty (PSTU) · candidatura isolada
BP

Bruno Pedreiro

PCO
Governador · vice: Flávio Amaral (PCO) · candidatura isolada
MB

Marcelo Brigadeiro

Missão
Governador · vice: Coronel Rodrigues (Missão) · candidatura isolada
Governo e Senado: nomes, partidos, vices e coligações do registro oficial do TSE (consulta_cand_2026, extração de 18/09/2026, sem alterações em relação à de 06/09 — mesmas 8 chapas ao governo e 13 candidaturas ao Senado, sem substituição, saída ou troca de partido) — substitui a identificação provisória (cruzada com imprensa) da versão original deste painel; duas correções em relação a ela: a vice de Gelson Merísio é Angela Albino (não "Angelo"), e o vice de Bruno Pedreiro é Flávio Amaral (não "Jair Fernandes"). Julgamento do registro de candidatura via lista_candidatos_2026 (mesma extração de 18/09/2026) — campo não disponível em consulta_cand_2026 para o pleito de 2026, segundo o leiame oficial do TSE ("aplicável somente para registros das eleições até 2022"). Redes sociais via rede_social_candidato_2026 (mostrando até 2 links por candidato ao governo). Patrimônio na seção Financiamento, abaixo.

Perfil do eleitor catarinense

Eleitorado apto — Santa Catarina
5.725.753

Gênero

Mulheres
52,3%
Homens
47,7%

Estado civil

Solteiro(a)
54,6%
Casado(a)
36,4%
Divorciado(a)
4,8%
Viúvo(a)
2,7%
Separado(a) judicialmente
1,6%

Faixa etária

16–24 anos
10,7%
25–34 anos
18,9%
35–44 anos
20,6%
45–59 anos
25,8%
60 anos ou mais
24,0%

Escolaridade declarada

Até fundamental
33,6%
Médio
43,5%
Superior
22,9%
Fonte: TSE, Perfil do Eleitorado por Seção — SC, extração de 14/07/2026. 89,7% do eleitorado já está com biometria cadastrada. Faixa etária inclui as 60+ anos agrupada (60–64 até 100+). Raça/cor não entrou no perfil: 79,3% dos registros de SC estão como "não informado" nesse campo — a autodeclaração é opcional e a amostra preenchida não é representativa o suficiente para publicar.

Na imprensa

03 OUT
NSC Total

Pesquisa Quaest NSC: Carol de Toni abre vantagem em corrida por Senado em SC e 2ª vaga segue em empate técnico ↗

Cobertura da Quaest de véspera feita para a NSC (02–03/10, 1.800 entrevistas, SC-07346/2026), com o Senado em votos válidos e em votos totais comparados às rodadas de agosto e setembro. Traz ainda as artes com governo em válidos e espontânea.

pesquisasenado
03 OUT
Gazeta do Povo

Os números da Quaest para governador de Santa Catarina ↗

Íntegra da Quaest de véspera para governo: espontânea (Mello 42%, 40% de indecisos), estimulada em válidos (Mello 71%, Rodrigues 14%, Merísio 12%) e os dois cenários de 2º turno com indecisos e brancos/nulos.

pesquisagoverno
03 OUT
Jovem Pan

Atlas: Jorginho Mello tem 56,7% dos votos válidos em Santa Catarina ↗

Números completos da AtlasIntel de 27/09–02/10 (1.794 entrevistas, SC-01831/2026) para governo, em votos totais e válidos, com os cenários de 2º turno contra Merísio e Rodrigues.

pesquisagoverno
03 OUT
Gazeta do Povo

AtlasIntel divulga pesquisa para o Senado em Santa Catarina na véspera do 1º turno ↗

Senado na AtlasIntel de véspera, em votos válidos do consolidado de 1º e 2º voto: De Toni 28,6%, Carlos Bolsonaro 18,1%, Amin 18% e Décio Lima 14,5%.

pesquisasenado
30 SET
NSC Total

Como foi o debate da NSC TV entre os candidatos a governador em SC nas Eleições 2026 ↗

Cobertura do debate de 29/set, com Gelson Merísio, João Rodrigues, Jorginho Mello e Ralf Zimmer. Os principais embates foram pessoais: a campanha de Mello retomou a prisão de Rodrigues em 2018 (absolvido em 2020), Merísio cobrou Mello por suas manifestações sobre o caso do cão Orelha, e Rodrigues questionou o patrimônio do filho do governador.

debategoverno
30 SET
Diarinho

Campanha fria e de contrastes ↗

Coluna sobre o contraste entre uma disputa ao governo com favorito claro e um Senado com vários nomes empatados tecnicamente, em uma campanha com pouca mobilização de rua e concentrada na televisão e nas redes sociais.

análisegovernosenado
29 SET
ClicRDC

Eleições 2026: a disputa ao Senado em SC está encaminhada. Pela metade. ↗

Coluna a partir da Rumo de 24–26/set (Amin 25,4%, De Toni 22,4%, Carlos Bolsonaro 19%, Lunelli 12,8%, Décio Lima 12,4%). Destaca que Amin e De Toni disputam a possibilidade de superar o recorde de votos para o Senado em SC, os 1.784.019 de Luiz Henrique da Silveira em 2010.

senadopesquisa
24 SET
NSC Total

Pesquisa Quaest NSC: Jorginho Mello amplia vantagem sobre João Rodrigues na corrida pelo governo de SC ↗

Cobertura da rodada Quaest contratada pela NSC (804 entrevistas, 20–23/set, SC-04783/2026). Mello sobe para 54%, Rodrigues recua para 13% e Merísio avança para 10%, com rejeição e desconhecimento dos três principais nomes.

pesquisagoverno
24 SET
NSC Total

Pesquisa Quaest para o governo de SC: Jorginho venceria João Rodrigues e Merisio em 2º turno ↗

Cenários de 2º turno da mesma rodada, com Mello vencendo Rodrigues por 58% a 23% e Merísio por 66% a 15%, ambos com folga maior que em agosto.

pesquisa2º turno
23 SET
Gazeta do Povo

Paraná Pesquisa divulga sondagem ao Senado por Santa Catarina ↗

Resultados de Senado do Paraná Pesquisas (20–22/set, SC-00523/2026), com Carol De Toni à frente na soma de 1º e 2º voto, seguida por Carlos Bolsonaro e Esperidião Amin.

pesquisasenado
30 AGO
Nexo Jornal

Santa Catarina: o pragmatismo se move pelo bolsonarismo ↗

Análise sobre a estratégia política de Jorginho Mello (PL): mesmo com PSD e PP aparecendo, em certas leituras da disputa, como polos rivais, Mello tem conseguido manter as duas siglas dentro de sua base de apoio — o texto argumenta que esse pragmatismo de coalizão, mais do que uma disputa ideológica, é o que sustenta a força do campo bolsonarista no estado.

análisegoverno
24 AGO
g1 SC

Quaest: Jorginho Mello lidera disputa pelo Governo de SC ↗

Cobertura da pesquisa Quaest contratada por Globo/NC Comunicações (804 entrevistas, 20–23/ago, registro TSE SC-00517/2026): Jorginho Mello (PL) com 50% da intenção de voto estimulada, contra 17% de João Rodrigues (PSD) — patamar próximo do necessário para vencer já no 1º turno (ver tabela completa de pesquisas, acima).

pesquisagoverno
24 AGO
g1 SC

Quaest: avaliação do governo Jorginho Mello em Santa Catarina ↗

Mesma pesquisa Quaest, com foco na avaliação de governo: aprovação de 70% (57% de avaliação positiva) à gestão de Jorginho Mello, e 66% dos entrevistados dizem que ele merece ser reeleito, contra 29% que discordam.

pesquisaaprovação

Sobre

Este é um painel de acompanhamento da conjuntura eleitoral em Santa Catarina, criado por Karolina Roeder para análise da disputa eleitoral de 2026 no estado. Reúne pesquisas de intenção de voto, dados de candidatos, financiamento de campanha, alianças partidárias e contexto histórico do governo catarinense, com o objetivo de organizar num só lugar as informações necessárias para entender a corrida ao governo do estado, ao Senado e às demais disputas de 2026. É o terceiro painel do Sul, ao lado dos painéis do Rio Grande do Sul e do Paraná.