Acompanhamento da disputa 2026 para governo, senado, câmara federal e assembleia legislativa no Paraná — pesquisas, análises e movimentação dos candidatos.
35% a 49,8% nas 25 rodadas desde setembro · véspera (28/09–03/10): RTBD 37%, IRG 40,6%, Neokemp 48,1% · nos votos válidos, Quaest (43%) e AtlasIntel (44,7%) não indicam vitória no 1º turno, ao contrário de Paraná Pesquisas (50,1%, 25–27/set) e Agili (51,5%)
2º colocado
Requião F. / Sandro Alex
empate entre institutos: Requião F. à frente em 12 das 25 rodadas (Neokemp, Paraná Pesquisas, AtlasIntel e Agili) e Sandro Alex em 12 (IRG, RTBD, Alfa, Índice, Radar e Quaest de 03/out), com empate na Quaest de set · véspera: Atlas 31,6% x 20,2% (válidos) e Neokemp 24,7% x 23,2% para Requião; Quaest 29% x 27% e RTBD 29% x 24% para Sandro
Indecisos
9,9%
branco/nulo + NS/NR · Radar, 26/09–01/10 (na Neokemp, 29/09–01/10, 2,3%; na RTBD, 28/09–01/10, 8%)
Presidente do TSE suspende decisão contra Dallagnol, e votos dele serão processados na apuração
Às 7h45 deste domingo, 15 minutos antes da abertura das urnas, o presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, suspendeu a decisão do ministro Floriano de Azevedo Marques que, na noite de sábado (19h32), havia indeferido o registro de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado e determinado a anulação dos votos dados à chapa. O pedido foi apresentado pela coligação Fortaleza do Paraná (Podemos, PL e Novo), pela qual Dallagnol concorre. Para Nunes Marques, a decisão individual antecipou efeitos que a lei e a regulamentação reservam ao plenário, e foi tomada quando já não era possível informar o eleitor de que votos em um nome ainda presente na urna seriam invalidados.
Com isso, o registro volta à situação de "deferido com recurso", Dallagnol passa de "inapto" a "concorrendo", e os votos dele serão processados normalmente, mas a validade depende do julgamento definitivo do plenário do TSE. Na prática, a apuração desta noite pode produzir um resultado provisório para a 2ª vaga, sujeito a revisão caso o plenário confirme o indeferimento. Dallagnol votou pela manhã em Curitiba e celebrou a decisão: "Nossa candidatura está deferida, nosso nome está nas urnas e nós confiamos que a justiça vencerá a injustiça".
judicialsenadoTSE
04 OUT
Dia de votação: 8,6 milhões de eleitores aptos, e candidatos ao governo votam pela manhã
O Paraná tem mais de 8,6 milhões de eleitores aptos, que votam das 8h às 17h em 4.841 locais de votação e mais de 27 mil seções. Os principais candidatos ao governo votaram pela manhã: Requião Filho (PDT) por volta das 9h, no Colégio Estadual Júlia Wanderley, em Curitiba; Sergio Moro (PL) por volta das 9h30, no Clube Duque de Caxias, também na capital; e Sandro Alex (PSD) em Ponta Grossa. O governador Ratinho Júnior votou às 8h30 em Curitiba. Até a publicação da cobertura da AERP, o TRE-PR registrava 334 ocorrências com urnas e 76 substituições.
eleiçãoTRE-PR
03 OUT
TSE indefere registro de Dallagnol na véspera da eleição, e votos na chapa serão anulados
Na noite de 03/10, o ministro Floriano de Azevedo Marques, relator no TSE, indeferiu o registro de candidatura de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado. A decisão acolhe recurso da coligação Paraná para Todos, de Requião Filho, e reverte o TRE-PR, que havia liberado a candidatura por 4 votos a 3. O fundamento é o mesmo do julgamento de 2023 que cassou o registro de Dallagnol para a Câmara: ao pedir exoneração do MPF com 15 procedimentos disciplinares em tramitação, ele teria buscado escapar da inelegibilidade, e, para o relator, fatos posteriores não mudam essa avaliação. A decisão contraria o parecer da Procuradoria-Geral Eleitoral, que na sexta (02/10) havia defendido a manutenção do registro.
O efeito é imediato. O TRE-PR deve alterar a situação do registro para "indeferido" e considerar nulos, na apuração, os votos dados à chapa, mesmo que não haja tempo de atualizar os sistemas. Como a chapa ao Senado é indivisível, os suplentes da coligação Fortaleza do Paraná (Podemos/PL/Novo) também caem. O nome e o número 300 continuam na urna, mas o voto digitado não será computado. A decisão é monocrática e ainda será levada ao plenário do TSE. A campanha de Dallagnol reagiu acusando o tribunal de "violência eleitoral" e sustentando que só o plenário poderia tomar a decisão. Segundo a cobertura, a anulação dos votos não leva, por si só, a uma nova eleição para o Senado no estado.
Para a leitura das pesquisas, a mudança é grande: Dallagnol liderava 14 das 19 rodadas de Senado desde setembro, e os votos dele deixam de contar. Sob a decisão em vigor, as duas vagas passam a ser disputadas entre Filipe Barros (PL), Alexandre Curi (Republicanos) e Gleisi Hoffmann (PT). O único cenário sem Dallagnol medido na reta final, da Real Time Big Data de 28/09–01/10, tem Barros com 25%, Curi com 22% e Gleisi com 18%; na rodada anterior do instituto (24–28/set), eram 23%, 22% e 17%, com Cristina Graeml (PSD) em 16%. Parte do eleitorado de Dallagnol pode não tomar conhecimento da decisão até domingo, e esses votos serão contados como nulos.
judicialsenado
03 OUT
Véspera: Quaest, AtlasIntel e RTBD mantêm Moro na frente, mas sem consenso sobre vitória no 1º turno
Três rodadas divulgadas entre 02 e 03/10 fecham a série de pesquisas antes da votação. A Quaest (2.004 entrevistas, 02–03/10, PR-05119/2026, contratada pela TV Paranaense) mede Moro (PL) com 43% dos votos válidos, Sandro Alex (PSD) com 29% e Requião Filho (PDT) com 27%, com o 2º lugar dentro da margem de 2 pontos. No 2º turno, Moro vence Sandro Alex por 42% a 37% e Requião Filho por 49% a 34%, e Sandro Alex vence Requião por 44% a 32%. A AtlasIntel (27/09–02/10, PR-05944/2026) mede Moro com 44,7% dos válidos, Requião com 31,6% e Sandro Alex com 20,2%; se reproduzido nas urnas, o resultado levaria a um 2º turno entre Moro e Requião. A Real Time Big Data (28/09–01/10) tem Moro com 37%, Sandro Alex com 29% e Requião com 24% nos votos totais (40%, 32% e 26% nos válidos) e Moro x Sandro empatados em 50% a 50% no 2º turno. O 2º lugar segue dividido por instituto: Requião à frente na AtlasIntel, Sandro Alex na Quaest e na RTBD.
No Senado, cinco rodadas fecham a série. A Quaest mede Filipe Barros (PL) com 25% dos votos válidos, Alexandre Curi (Republicanos) e Deltan Dallagnol (Novo) com 21% cada e Gleisi Hoffmann (PT) com 15%, os três primeiros empatados na margem de erro. Dallagnol lidera na AtlasIntel (27,0%, com Barros em 23,6%), na Agili (21,9% contra 18,9%), na Neokemp de 1º–2/10 (24,9% contra 23,5%) e na RTBD de 28/09–01/10 (21%, com Curi e Barros em 19%). Essa liderança, porém, deixou de valer na prática: na noite de 03/10, o relator do TSE indeferiu o registro de Dallagnol e mandou anular os votos dados à chapa (ver acima). No cenário sem ele, a RTBD mede Barros 25%, Curi 22% e Gleisi 18%.
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02 OUT
Reta final: quatro pesquisas mantêm Moro na frente e o 2º lugar empatado entre institutos
Quatro rodadas com campo entre 25/09 e 01/10 confirmam Moro (PL) na liderança, mas em patamares distintos. A Neokemp (29/09–01/10, PR-05600/2026) mede 47,7%, perto do limiar de vitória no 1º turno, com Requião Filho (26,0%) à frente de Sandro Alex (23,0%). O IRG para a TV Independência (29/09–01/10, PR-04957/2026), a Radar Inteligência para a ADI-PR (26/09–01/10) e a Alfa Inteligência (25–30/set) medem Moro entre 37% e 40,6% e invertem a ordem do 2º lugar, com Sandro Alex entre 26,3% e 28,4% e Requião entre 23% e 24%. No 2º turno, o confronto Moro x Sandro Alex fica em 44,1% a 40,7% no IRG e 46% a 43% na Alfa, ambos dentro da margem de erro. No Senado, a Neokemp mantém Dallagnol (24,9%) e Barros (23,0%) à frente, e a Alfa coloca Curi (30%), Dallagnol (26%), Gleisi (25%) e Barros (24%) embolados.
pesquisagovernosenado
02 OUT
Curi passa Dallagnol em gasto e empata com Gleisi em arrecadação
A extração do TSE de 02/out mostra Alexandre Curi (Republicanos) com o maior movimento da semana no Senado: R$ 138,7 mil do partido, R$ 191,5 mil de pessoas físicas (incluindo uma doação de R$ 150 mil de Pedro de Godoy Bueno) e R$ 468 mil a mais em despesa contratada, quase toda em impulsionamento. Com isso, Curi chega a R$ 4,45M de arrecadação, a R$ 5,9 mil de Gleisi Hoffmann, e assume o 3º lugar em gasto (R$ 4,04M), à frente de Dallagnol (R$ 3,80M), cuja campanha segue sem lançamentos desde a suspensão pelo TSE. Filipe Barros recebe R$ 150 mil do FEFC e passa a R$ 4,00M.
financiamentosenado
29 SET
RTBD mede Moro em 36% e Sandro Alex a 2 pontos no 2º turno
A Real Time Big Data para a TV Independência (1.600 entrevistas por abordagem telefônica e digital, 24–28/set, PR-04181/2026, margem de 2 pontos) é a única rodada da última semana a medir uma disputa aberta: Moro tem 36%, Sandro Alex 28% e Requião Filho 23%, com 11% de indecisos e brancos/nulos. No 2º turno, Moro venceria Requião por 54% a 30%, mas o confronto com Sandro Alex fica em 41% a 39%. Sandro Alex venceria Requião por 44% a 31%. Na rejeição múltipla, Requião lidera com 45%, à frente de Moro (39%) e Sandro Alex (32%). No Senado, a rodada testou também um cenário sem Dallagnol, em que Filipe Barros (23%) e Curi (22%) assumem as duas primeiras posições.
pesquisagoverno
29 SET
Agili: Moro com 51,5% dos votos válidos, e Dallagnol lidera o Senado
A Agili Pesquisas para A Rede (1.200 entrevistas telefônicas, 23–28/set, PR-03158/2026) mede Moro com 43,9%, Requião Filho com 20,8% e Sandro Alex com 18,4%, com 14,7% de indecisos e brancos/nulos. Nos votos válidos, Moro tem 51,5%, patamar que indicaria vitória no 1º turno. No Senado, Dallagnol lidera os votos consolidados (21,9%), à frente de Filipe Barros (17,8%), Curi (16,7%) e Gleisi (13,8%).
pesquisagovernosenado
28 SET
Paraná Pesquisas e Neokemp apontam Moro perto de vencer no 1º turno
Duas rodadas divulgadas em 28/set colocam Moro perto de 50% dos votos válidos. A Paraná Pesquisas para a Sedek (1.280 entrevistas domiciliares, 25–27/set, PR-02701/2026) mede Moro com 46,2%, Requião Filho com 23,6% e Sandro Alex com 21,5%, o que corresponde a 50,1% dos votos válidos para Moro. A rodada não testou 2º turno, rejeição nem Senado. A Neokemp para o Jornal O Correio do Povo (1.008 entrevistas telefônicas, 24–27/set, PR-09878/2026) mede Moro com 47,2%, Requião com 25,8% e Sandro Alex com 22,6%, com apenas 2,4% de indecisos e brancos/nulos. No Senado, a Neokemp mantém Dallagnol na frente (24,4%), seguido por Barros (18,8%).
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24 SET
Neokemp: Moro em 48,7% e Requião volta a abrir vantagem sobre Sandro Alex
A terceira rodada da Neokemp em setembro para o Jornal O Correio do Povo (1.008 entrevistas telefônicas, campo 22–24/set, PR-07451/2026) mede Sergio Moro com 48,7%, Requião Filho com 25,9% e Sandro Alex com 20,8%, com apenas 3,3% de indecisos e brancos/nulos. É a pesquisa de campo mais recente do painel e repete o padrão do instituto, que coloca Moro perto de 49% e Requião à frente de Sandro Alex em todas as rodadas do mês. Requião tem a maior rejeição (47,5%), contra 34,9% de Moro e 6,5% de Sandro Alex. No Senado, Dallagnol lidera a soma dos dois votos com 50,8%, seguido por Filipe Barros (35,4%), Gleisi (30,9%) e Curi (27,5%), mesmo após a suspensão da sua campanha pelo TSE.
pesquisagovernosenado
24 SET
Quaest/Globo: Sandro Alex empata com Requião Filho e passa a vencê-lo no 2º turno
A rodada de setembro da Quaest para a RPC (804 entrevistas domiciliares, campo 20–23/set, registro PR-02802/2026) mantém Sergio Moro (PL) na frente, com 36%, e mostra Sandro Alex (PSD) subindo de 15% para 20%, empatado com Requião Filho (PDT), que oscila de 21% para 20%. Indecisos somam 12% e branco/nulo 9%. No 2º turno, Moro venceria Requião por 48% a 32% e Sandro Alex por 43% a 29%, e no confronto entre os dois perseguidores Sandro Alex passa à frente (38% a 32%), invertendo o resultado de agosto (Requião 37% a 24%). O avanço de Sandro Alex acompanha a transferência do capital político do governador: 40% já o identificam como o candidato de Ratinho Junior (eram 21%), e o governo segue com 79% de aprovação. Moro é visto como o candidato de Flávio Bolsonaro por 41% (eram 22%) e Requião como o de Lula por 32% (eram 16%).
pesquisagovernoquaest
24 SET
Senado: Curi lidera a Quaest e tem o melhor saldo de potencial de voto
Na mesma rodada Quaest/Globo, Alexandre Curi (Republicanos) lidera a média das duas vagas com 14%, seguido por Deltan Dallagnol (Novo) e Filipe Barros (PL), empatados com 11%, e Gleisi Hoffmann (PT), com 10%. No 1º voto, Curi tem 18% e Dallagnol e Gleisi 16%. Curi também é quem mais cresce no indicador de potencial de voto (40% conhecem e votariam, eram 27%), enquanto Gleisi segue com 56% de rejeição. Os indecisos (29% na estimulada e 76% na espontânea) mantêm a disputa pelas duas vagas aberta.
pesquisasenadoquaest
24 SET
Presidencial: Flávio tem 40% e Lula 26% no PR, mas eleitor aposta na vitória de Lula
A rodada presidencial da Quaest no Paraná (BR-04607/2026) mede Flávio Bolsonaro (PL) com 40% e Lula (PT) com 26%, e no 2º turno Flávio venceria por 51% a 31%. Ainda assim, 44% dos paranaenses acham que Lula vai ganhar a eleição nacional, contra 40% que apostam em Flávio. A aprovação de Lula no estado fica em 37%, com 58% de desaprovação. Saúde lidera como maior problema do estado (31%), à frente de violência (14%).
pesquisapresidência
24 SET
Índice Inteligência mede Sandro Alex a 3 pontos de Moro
Levantamento presencial do Índice Inteligência para a Editora Karina (1.200 entrevistas, 19–21/set, PR-06638/2026) mostra Moro com 35%, Sandro Alex com 32% e Requião Filho com 20%, a menor distância entre os dois primeiros em todo o ciclo. No 2º turno, Moro venceria Sandro Alex por apenas 44% a 41% e Requião por 54% a 32%, e Sandro Alex venceria Requião por 51% a 28%. Na espontânea, Sandro Alex (15%) aparece à frente de Requião (8%). No Senado, Curi (32%), Dallagnol (31%) e Gleisi (30%) ficam praticamente empatados na soma dos dois votos, e Gleisi lidera o 1º voto (23%).
pesquisagovernosenado
22 SET
IRG: Sandro Alex consolida o 2º lugar e fica perto de Moro no 2º turno
A rodada do IRG Pesquisas para a TV Independência (1.200 entrevistas telefônicas, 17–20/set, PR-01172/2026, cenário com chapas completas) mede Moro com 39,7%, Sandro Alex com 27,8% e Requião Filho com 21,3%. No 2º turno, Moro venceria Sandro Alex por 43,3% a 39,8%, dentro da margem de erro, e Requião por 55,3% a 28,2%, enquanto Sandro Alex venceria Requião por 51,5% a 25,3%. No Senado, Dallagnol lidera o 1º voto (24,0%), seguido por Gleisi (21,1%) e Curi (20,4%). A Alfa Inteligência (11–16/set, PR-03640/2026), divulgada em 17/set, havia apontado quadro semelhante: Moro 39%, Sandro Alex 28% e Requião 23%, com 2º turno Moro 47% x Sandro Alex 43%.
pesquisagovernosenado
21 SET
Plenário do TSE mantém suspensão da campanha de Dallagnol
Em sessão virtual encerrada em 21/set, o plenário do TSE manteve por 5 votos a 2 a liminar que suspendeu a campanha de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado. Seguem vedados atos de campanha, propaganda em rádio e TV e o recebimento e uso de recursos públicos de campanha. O nome dele permanece na urna, porque o registro concedido pelo TRE-PR ainda será julgado em recurso. Na prestação de contas extraída em 25/09, a despesa contratada de Dallagnol não tem nenhum lançamento posterior a 17/set; o último repasse partidário registrado (R$ 500 mil do fundo partidário da direção nacional do Novo) é de 17/set, dois dias antes da liminar.
judicialsenado
21 SET
Real Time Big Data: Sandro Alex confirma 2º lugar isolado; Senado vira corrida de cinco
Pesquisa de 11–15/set (1.600 entrevistas, telefônica, PR-00532/2026, contratada pela Rede Record e divulgada só em 21/set) mostra Sergio Moro (PL) com 35%, Sandro Alex (PSD) com 27% e Requião Filho (PDT) com 22% no cenário estimulado — campo anterior ao da rodada mais recente da Paraná Pesquisas, mas divulgação mais tardia. Nos cenários de 2º turno, Moro vence Requião F. por 52% a 30% e Sandro Alex por 42% a 38% (margem apertada, dentro do erro amostral); Sandro Alex venceria Requião F. por 42% a 31%. Na mesma rodada, o Senado aparece como corrida de cinco: Dallagnol (Novo) 19%, Curi (Republicanos) 18%, Filipe Barros (PL) 18%, Gleisi Hoffmann (PT) 16% e Cristina Graeml (PSD) 15% — os quatro primeiros dentro da margem de erro entre si. Método de campo (telefônica) presumido por continuidade com rodadas anteriores do instituto — vale confirmar no relatório completo.
pesquisagovernosenado
19 SET
TSE suspende campanha de Dallagnol ao Senado, em decisão liminar
O ministro Floriano de Azevedo Marques, do TSE, concedeu liminar no sábado (19/set) suspendendo a campanha de Deltan Dallagnol (Novo) — proibindo propaganda eleitoral em rádio e TV, participação em debates e o uso de recursos do fundo eleitoral. A decisão entende que o TRE-PR não tinha base legal para reverter, sem fato novo substancial, uma decisão de 2023 do próprio TSE que já havia negado o registro de candidatura de Dallagnol, ao considerar que ele deixou o cargo de procurador para escapar de regras de inelegibilidade. É liminar: o plenário do TSE ainda vai decidir se mantém a suspensão e julgar o mérito do registro. Na pesquisa mais recente antes da decisão (Paraná Pesquisas, 15–17/set), Dallagnol aparecia na liderança do Senado com 31,6%, à frente de Alexandre Curi (30,4%) — com a suspensão de propaganda e fundo eleitoral em vigor, a distribuição de votos entre os concorrentes fica mais incerta; vale acompanhar se alguma pesquisa nova já foi a campo depois da decisão.
judicialsenado
18 SET
Paraná Pesquisas: Moro recua a 44,7%, mas Requião Filho segue em 2º à frente de Sandro Alex
Pesquisa de 15–17/set (1.280 entrevistas, domiciliares e presenciais em 57 municípios, PR-01022/2026, divulgada em 18/set) mostra Sergio Moro (PL) com 44,7%, Requião Filho (PDT) com 23,0% e Sandro Alex (PSD) com 19,7% no cenário estimulado — recuo de Moro frente à rodada anterior do próprio instituto (45,0%, 31/ago–02/set) e diferença entre Requião F. e Sandro Alex (3,3 p.p.) bem menor do que a apurada pela AtlasIntel dias antes (9,6 p.p.). Na rejeição (RM), Requião Filho segue na frente com 37,8% (era 36,6%), à frente de Moro (26,6%) e Sandro Alex (12,2%). Na pergunta sobre quem os entrevistados acham que vai vencer a eleição, porém, Moro é apontado por 50,6% — mais que o dobro de quem lhe atribui voto — sinal de que a percepção de vitória do favorito segue mais forte do que a intenção de voto medida. No Senado (RM, estimulado), Deltan Dallagnol (Novo) volta à frente com 31,6%, com Alexandre Curi (Republicanos) colado em 30,4% — os dois dentro da margem de erro, como já vinha ocorrendo desde agosto.
pesquisagovernosenado
17 SET
AtlasIntel: Moro chega a 49,1% e Requião Filho reabre distância sobre Sandro Alex
Pesquisa de 11–16/set (1.794 entrevistas, recrutamento digital aleatório, PR-02671/2026, embargo liberado às 6h de 17/set) mostra Sergio Moro (PL) com 49,1%, Requião Filho (PDT) com 28,2% e Sandro Alex (PSD) com 18,6% no cenário estimulado — a maior distância de Requião F. sobre Sandro Alex em qualquer rodada de setembro. Nos cenários de 2º turno, Moro vence Requião F. por 57,0% a 37,1% e Sandro Alex por 50,4% a 35,5%. A rodada também mediu aprovação: Ratinho Junior (63% aprova/30% desaprova) segue com o melhor índice entre os líderes testados, enquanto Lula segue negativo no estado (38% aprova/59% desaprova).
pesquisagoverno
13 SET
Justiça proíbe Moro de dizer que é aliado de Ratinho Junior "desde 2018"
A juíza Claudia Cristofani determinou que Sergio Moro se abstenha de afirmar, em propaganda eleitoral, ser aliado do governador Ratinho Junior (PSD) desde 2018. A decisão atende a pedido do próprio Ratinho, que alegou nunca ter apoiado Moro política ou eleitoralmente naquele ano — quando Moro ainda era juiz federal, o que tornaria a aliança constitucionalmente impossível. A juíza considerou que a fala induz o eleitor a erro. Multa de R$ 5 mil por descumprimento.
judicialgoverno
11 SET
Real Time Big Data vai ao ar após 4 dias de liminar; Sandro Alex volta a superar Requião F.
Levantamento de 04–08/set (1.600 entrevistas, PR-08220/2026), divulgado só em 11/set após liminar do TRE-PR barrar a publicação original de 09/set (ver abaixo), mostra Sergio Moro (PL) com 35,0%, Sandro Alex (PSD) com 25,0% e Requião Filho (PDT) com 21,0% no cenário estimulado. É a segunda pesquisa de setembro (depois da IRG) em que Sandro Alex aparece à frente de Requião Filho na briga pelo 2º lugar — mas a Neokemp e a Paraná Pesquisas, no mesmo período, mostram o oposto. Nos cenários de 2º turno, Moro vence Requião F. por 53% a 29% e Sandro Alex por 43% a 36%.
pesquisagoverno
11 SET
Justiça suspende pesquisa Alfa Inteligência a pedido da própria coligação de Moro
O TRE-PR acatou pedido da coligação "Fortaleza Paraná" (Moro) e suspendeu, em 11/set, a divulgação de uma pesquisa Alfa Inteligência publicada no dia anterior (10/set, PR-03042/2026), alegando inconsistências metodológicas no registro da pesquisa no sistema PesqEle. Os números não foram liberados e não entram neste painel enquanto a liminar estiver em vigor.
pesquisajudicial
10 SET
Neokemp mostra a maior vantagem do ano para Moro — 48,8% a 23,3%
Pesquisa de 08–10/set (1.008 entrevistas, PR-04426/2026) aponta Sergio Moro (PL) com 48,8%, Requião Filho (PDT) com 23,3% e Sandro Alex (PSD) com 20,4% no cenário estimulado — maior vantagem de Moro sobre o 2º colocado em qualquer rodada do ano, e alta de quase 2 pontos em relação à medição anterior do próprio instituto (46,9%, 25/ago).
pesquisagoverno
04 SET
IRG/Grupo RIC: Sandro Alex ultrapassa Requião Filho e assume a vice-liderança
Levantamento de 31/ago a 03/set (1.200 entrevistas, com vices, PR-02179/2026) mostra Sergio Moro (PL) com 38,8%, mas com Sandro Alex (PSD) em 27,0% à frente de Requião Filho (PDT), em 21,8% — a primeira pesquisa do ano em que Sandro Alex aparece no 2º lugar. Segue o padrão do instituto de medir uma corrida mais apertada que a Paraná Pesquisas e a AtlasIntel.
pesquisagoverno
07 SET
Paraná Pesquisas de setembro confirma: corrida estável às vésperas do 1º turno
Levantamento de 31/ago a 02/set (1.280 entrevistas) repete o quadro de agosto quase sem mudança: Sergio Moro (PL) com 45,0% (era 46,1%), Requião Filho (PDT) com 24,0% (era 23,4%) e Sandro Alex (PSD) com 17,5% (era 16,5%). A rejeição de Requião Filho subiu ligeiramente para 36,6%, ainda a maior da disputa. No Senado, Deltan Dallagnol (Novo) segue na frente mas encolheu para 30,8% (era 34,0%), com Alexandre Curi (Republicanos) colado em 28,4% — uma diferença dentro da margem de erro.
pesquisagovernosenado
07 SET
Oito pesquisas depois: Moro lidera o ano inteiro, mas com efeito-casa forte
Reunindo AtlasIntel, Paraná Pesquisas, Genial/Quaest e IRG Pesquisas de março a agosto, Sergio Moro (PL) não perde a liderança em nenhuma rodada — mas o tamanho da vantagem varia muito conforme o instituto: AtlasIntel e Paraná Pesquisas o mostram entre 40% e 52%, enquanto Genial/Quaest e IRG Pesquisas medem uma corrida mais apertada, entre 35% e 39%. Requião Filho (PDT) se mantém estável na casa dos 17–28% e carrega a rejeição mais consistente da disputa (33–47% em toda pesquisa que mediu o indicador) — o padrão se repete desde março.
pesquisagoverno
07 SET
Sem Alvaro Dias, corrida ao Senado passa a ter Dallagnol na frente
Alvaro Dias liderou ou ficou entre os dois primeiros em praticamente toda pesquisa de Senado entre março e julho — inclusive com 49,6% num cenário da Paraná Pesquisas em março. Ele não aparece mais na rodada de agosto do mesmo instituto, consistente com o registro oficial do TSE, que confirma que ele não é candidato ao Senado pelo PR em 2026 (ver abaixo). Com sua saída do radar das pesquisas, Deltan Dallagnol (Novo) assume a ponta isolada em agosto (34,0%), à frente de Alexandre Curi (Republicanos, 29,6%). Gleisi Hoffmann (PT) segue como a candidata de maior rejeição da disputa em praticamente toda rodada.
pesquisasenado
06 SET
Registro oficial confirma: Álvaro Dias não é candidato ao Senado em 2026
A base de candidaturas do TSE (gerada em 06/set) confirma que Álvaro Dias — líder isolado na pesquisa Genial/Quaest de julho, com 20% — não está entre os 9 registrados ao Senado pelo PR. A vaga que ele ocupava no topo das pesquisas fica em aberto; o registro também mostra que Rafael Greca, testado como candidato a governador em julho, se registrou como vice de Sandro Alex (PSD), não como cabeça de chapa.
candidatossenado
06 SET
Sandro Alex fecha coligação com 9 legendas — a maior entre os governistas
O registro de coligações mostra "A Mudança Continua" (Sandro Alex/PSD, vice Rafael Greca/MDB) reunindo PSD, MDB, Republicanos, Avante, DC, União Brasil, PP, PSDB e Cidadania — de longe o maior bloco da disputa. Moro (PL) tem coligação enxuta com Podemos e Novo; Requião Filho (PDT) une PT, PSOL, PCdoB, PV, Rede, PRD e Solidariedade em torno da candidatura.
candidatosalianças
24 AGO
Quaest/Globo confirma Moro na frente, mas com 18% de indecisos
Levantamento de 20 a 23/ago aponta Sergio Moro (PL) com 37% da intenção de voto estimulada, contra 21% de Requião Filho (PDT) e 15% de Sandro Alex (PSD) — folga maior que a de julho. No 2º turno simulado contra Requião Filho, Moro venceria por 51% a 27%. Ainda assim, 56% dizem que a escolha é definitiva e 44% podem mudar de voto até outubro.
governopesquisa
24 AGO
Ratinho Junior bate recorde de aprovação (79%) sem sucessor declarado
A aprovação do governo Ratinho Junior chega a 79% (68% de avaliação positiva) na rodada de agosto — patamar entre os mais altos do país para um governador. 65% dos paranaenses acham que ele merece eleger um sucessor, mas 73% ainda não sabem quem seria o candidato apoiado por ele — sinal de que a costura sucessória segue em aberto mesmo com popularidade recorde.
governoaprovação
25 JUL
Genial/Quaest: corrida ainda travada, 83% de indecisos no espontâneo
Na rodada anterior (21 a 25/jul), o voto espontâneo para governador mostrava 83% de indecisos — Moro (PL) tinha só 8%, Requião Filho (PDT) 3%. No estimulado, porém, Moro já aparecia à frente com 39% contra 18% de Requião Filho, 12% de Rafael Greca (MDB) e 7% de Sandro Alex (PSD) — Greca não foi testado na rodada seguinte de agosto.
pesquisa
Financiamento de campanha
Candidato
Cargo
Partido
Arrecadado
Nº receitas
Gasto declarado
Sergio Moro
Governador
PL
R$ 12.932.110
69
R$ 7.909.572
Requião Filho
Governador
PDT
R$ 11.047.177
14
R$ 2.943.926
Sandro Alex
Governador
PSD
R$ 8.095.800
24
R$ 7.259.251
Gleisi Hoffmann
Senadora
PT
R$ 4.455.773
15
R$ 3.169.801
Alexandre Curi
Senador
Republicanos
R$ 4.449.916
44
R$ 4.037.580
Deltan Dallagnol
Senador
Novo
R$ 4.058.102
32
R$ 3.795.384
Filipe Barros
Senador
PL
R$ 4.004.960
12
R$ 1.473.688
Cristina Graeml
Senadora
PSD
R$ 3.899.209
9
R$ 3.163.304
Dr. Rosinha
Senador
PT
R$ 1.179.035
15
R$ 864.060
Luiz França
Governador
Missão
R$ 174.252
5
R$ 154.885
Doutor Alexandre Salomão
Governador
Mobiliza
R$ 34.000
2
R$ 33.980
Tayná Miessa
Governadora
UP
R$ 32.515
7
R$ 18.414
Karen Guerreiro
Senadora
Missão
R$ 25.000
1
R$ 12.188
Samuel de Mattos
Governador
PSTU
R$ 24.002
2
R$ 23.144
Adriano Funileiro
Governador
PCO
—
0
—
Joaquim do MLB
Senador
UP
—
0
—
Marcelo Marcelino
Senador
PCO
—
0
—
Fonte: TSE, prestação de contas eleitorais de candidatos (base prestacao_de_contas_eleitorais_candidatos_2026), extração de 02/10/2026, com receitas lançadas até 30/09/2026 e despesas até 29/09/2026 (substitui a extração de 29/09/2026, que ia até 25/09). Moro amplia a arrecadação para R$ 12,93M (era R$ 12,76M), com 22 novas doações de pessoas físicas (69 lançamentos, eram 47) e nenhuma despesa nova. No Senado, a semana é de Alexandre Curi: recebe R$ 138,7 mil da direção estadual do Republicanos e R$ 191,5 mil de pessoas físicas, incluindo uma doação de R$ 150 mil de Pedro de Godoy Bueno (28/09), e chega a R$ 4,45M, praticamente empatado com Gleisi Hoffmann (R$ 4,46M, diferença de R$ 5,9 mil). Filipe Barros recebe R$ 150 mil do FEFC pela direção estadual do PL e passa de R$ 3,85M para R$ 4,00M, e Cristina Graeml soma mais R$ 180 mil do PSD-PR (R$ 3,90M). Requião Filho, Sandro Alex, Gleisi e Dallagnol não têm lançamentos novos. Adriano Funileiro, Marcelo Marcelino e Joaquim do MLB seguem com um único registro de receita de valor zerado.
Receitas por fonte
Candidato
Cargo
Recursos de partido
Pessoas físicas
Financ. coletivo
Recursos próprios
Total
Sergio Moro
Governador
R$ 11.670.000
R$ 1.262.110
—
—
R$ 12.932.110
Requião Filho
Governador
R$ 11.000.000
R$ 22.812
—
—
R$ 11.047.177*
Sandro Alex
Governador
R$ 7.950.000
R$ 145.800
—
—
R$ 8.095.800
Gleisi Hoffmann INTERNET
Senadora
R$ 4.002.481
R$ 403.292
—
R$ 50.000
R$ 4.455.773
Alexandre Curi
Senador
R$ 3.505.603
R$ 943.000
—
—
R$ 4.449.916*
Deltan Dallagnol COLETIVO
Senador
R$ 2.907.420
R$ 553.892
R$ 166.790
R$ 430.000
R$ 4.058.102
Filipe Barros
Senador
R$ 3.950.000
R$ 54.895
—
—
R$ 4.004.960*
Cristina Graeml
Senadora
R$ 3.819.209
R$ 70.000
—
R$ 10.000
R$ 3.899.209
Dr. Rosinha
Senador
R$ 1.091.000
R$ 24.035
—
R$ 5.000
R$ 1.179.035*
Luiz França
Governador
R$ 150.000
R$ 20.000
R$ 4.252
—
R$ 174.252
Doutor Alexandre Salomão
Governador
—
R$ 34.000
—
—
R$ 34.000
Tayná Miessa
Governadora
R$ 18.200
R$ 11.800
R$ 2.515
—
R$ 32.515
Karen Guerreiro
Senadora
R$ 25.000
—
—
—
R$ 25.000
Samuel de Mattos
Governador
R$ 24.002
—
—
—
R$ 24.002
Fonte: TSE, receitas de candidatos, extração de 02/10/2026, lançamentos até 30/09/2026 (substitui a de 29/09/2026). A coluna "Pessoas físicas" soma doações tradicionais e doações pela internet. *Além das colunas acima, somam no Total os "recursos de outros candidatos" de Dr. Rosinha (R$ 59 mil), Requião Filho (R$ 24,4 mil), Curi (R$ 1,3 mil) e Filipe Barros (R$ 65). Moro, Requião Filho e Sandro Alex seguem dependendo quase integralmente de recursos partidários (90% a 99% da arrecadação); as pessoas físicas de Moro chegam a R$ 1,26M. Curi amplia a liderança em pessoas físicas entre os candidatos ao Senado (R$ 943 mil), à frente de Dallagnol (R$ 553,9 mil) e de Gleisi (R$ 403,3 mil, que inclui a doação pela internet mais relevante da disputa, R$ 305,8 mil). Dallagnol não tem nenhum lançamento novo desde 17/09 e segue como único caso com peso real de financiamento coletivo (R$ 166,8 mil) e recursos próprios (R$ 430 mil). Luiz França soma R$ 15 mil de pessoas físicas e chega a R$ 174 mil.
Despesas por categoria
Candidato
Cargo
Material impresso
Serv. terceiros
Adesivos
Imóveis
Rádio/TV/vídeo
Outras
Total
Sergio Moro
Governador
R$ 351.936
R$ 469.540
R$ 654.160
R$ 28.485
R$ 3.475.018
R$ 2.930.433
R$ 7.909.572
Sandro Alex
Governador
R$ 511.080
R$ 1.248.040
R$ 292.970
R$ 76.600
R$ 2.214.850
R$ 2.915.711
R$ 7.259.251
Alexandre Curi
Senador
R$ 479.032
R$ 832.168
R$ 80.518
R$ 14.000
R$ 1.991.060
R$ 640.802
R$ 4.037.580
Deltan Dallagnol
Senador
R$ 78.479
R$ 1.206.850
R$ 92.061
R$ 20.200
R$ 993.999
R$ 1.403.795
R$ 3.795.384
Gleisi Hoffmann
Senadora
R$ 114.019
R$ 1.510.500
—
R$ 21.000
R$ 1.163.155
R$ 361.127
R$ 3.169.801
Cristina Graeml
Senadora
R$ 206.957
R$ 113.000
R$ 94.070
R$ 8.000
R$ 1.557.852
R$ 1.183.424
R$ 3.163.304
Requião Filho
Governador
R$ 631.234
—
R$ 101.670
R$ 19.516
R$ 1.364.250
R$ 827.256
R$ 2.943.926
Filipe Barros
Senador
R$ 99.558
—
R$ 340.480
R$ 16.500
R$ 660.000
R$ 357.150
R$ 1.473.688
Dr. Rosinha
Senador
R$ 36.070
R$ 710.221
R$ 13.225
—
R$ 25.000
R$ 79.544
R$ 864.060
Luiz França
Governador
R$ 76.113
—
—
—
R$ 10.000
R$ 68.772
R$ 154.885
Doutor Alexandre Salomão
Governador
R$ 17.980
—
—
—
R$ 16.000
—
R$ 33.980
Samuel de Mattos
Governador
R$ 5.520
R$ 13.623
—
—
R$ 1.500
R$ 2.501
R$ 23.144
Tayná Miessa
Governadora
R$ 18.330
—
—
—
—
R$ 84
R$ 18.414
Karen Guerreiro
Senadora
R$ 780
R$ 3.000
—
—
R$ 2.665
R$ 5.743
R$ 12.188
Fonte: TSE, despesas contratadas de candidatos, extração de 02/10/2026, lançamentos até 29/09/2026 (substitui a extração de 29/09/2026). Só entram candidatos com despesa contratada acima de zero. Moro (R$ 7,91M) e Sandro Alex (R$ 7,26M) seguem isolados no topo, sem alterações. Curi sobe para o 3º lugar em gasto contratado (R$ 3,57M para R$ 4,04M) e ultrapassa Dallagnol (R$ 3,80M, sem lançamentos desde a suspensão da campanha). O acréscimo vem sobretudo de impulsionamento de conteúdo (R$ 290,7 mil a mais, dos quais R$ 192,7 mil contratados após 25/09), além de produção de vídeo e material impresso. Os demais candidatos mantêm os valores da extração anterior. "Rádio/TV/vídeo" agrupa impulsionamento de conteúdo, produção de programas e produção de jingles/vinhetas; "outras" inclui serviços advocatícios, contábeis, pesquisas eleitorais e demais categorias sem coluna própria.
Patrimônio declarado
Candidato
Cargo
Partido
Bens declarados
Doutor Alexandre Salomão
Governador
Mobiliza
R$ 27.695.000
Rafael Greca
Vice-governador
MDB
R$ 16.817.710
Edson Vasconcelos
Vice-governador
PL
R$ 7.534.189
Deltan Dallagnol
Senador
Novo
R$ 2.756.905
Michele Caputo
Vice-governadora
Solidariedade
R$ 2.627.231
Gleisi Hoffmann
Senadora
PT
R$ 1.949.457
Requião Filho
Governador
PDT
R$ 1.876.342
Sandro Alex
Governador
PSD
R$ 1.667.126
Filipe Barros
Senador
PL
R$ 1.107.434
Alexandre Curi
Senador
Republicanos
R$ 1.088.725
Sergio Moro
Governador
PL
R$ 1.036.642
Samuel de Mattos
Governador
PSTU
R$ 1.035.000
Daiana Criminacio
Vice-governadora
Mobiliza
R$ 800.000
Cristina Graeml
Senadora
PSD
R$ 662.698
João Adolfo
Vice-governador
Missão
R$ 660.000
Willian Araki
Vice-governador
UP
R$ 590.000
Dr. Rosinha
Senador
PT
R$ 570.724
Zé Carlos
Vice-governador
PCO
R$ 360.000
Tayná Miessa
Governadora
UP
R$ 250.000
Karen Guerreiro
Senadora
Missão
R$ 160.500
Luiz França
Governador
Missão
R$ 145.000
Helena Figueiredo
Vice-governadora
PSTU
R$ 86.326
Joaquim do MLB
Senador
UP
R$ 8.000
Adriano Funileiro
Governador
PCO
—
Marcelo Marcelino
Senador
PCO
—
Fonte: TSE, declaração de bens de candidatos (soma de todos os bens declarados por candidato), extração de 06/09/2026 — restrito a candidatos a governador, vice e senador titular. Dois suplentes de senado (fora da tabela, que só traz titulares) declaram patrimônio muito acima do restante do grupo: Wilson "Professor" Picler (PL, 1º suplente de Filipe Barros) declara R$ 478 milhões — sócio majoritário do grupo educacional Uninter/Editora Intersaberes — e "Dudu Potencial" (Republicanos, 1º suplente de Alexandre Curi) declara R$ 281 milhões, sobretudo em aplicações financeiras (LCA/LCI/fundos). Vale conferir as declarações originais antes de citar esses dois valores.
Maiores categorias de despesa (governo + senado)
Rádio/TV/vídeo
R$ 13,48M
Outras
R$ 10,78M
Serviços de terceiros
R$ 6,11M
Material impresso
R$ 2,63M
Leitura rápida
O total rastreado de gasto contratado nas campanhas de governo e Senado sobe de R$ 34,4M para R$ 34,9M, e todo o acréscimo vem de Curi (+R$ 468 mil), que passa Dallagnol e assume o 3º lugar em gasto. No governo nada muda: Moro (R$ 7,91M) e Sandro Alex (R$ 7,26M) somam 43% do gasto contratado rastreado, e Moro é o único dos três principais com receita nova na semana, toda ela de pessoas físicas. No Senado, a arrecadação ficou embolada na reta final: Gleisi (R$ 4,46M), Curi (R$ 4,45M), Dallagnol (R$ 4,06M), Barros (R$ 4,00M) e Cristina Graeml (R$ 3,90M) estão separados por menos de R$ 560 mil, e três deles (Curi, Barros e Cristina) receberam repasses partidários entre 24 e 28/09. Dallagnol, impedido de receber recursos públicos desde a liminar do TSE, não tem lançamento novo.
Fonte: TSE, prestação de contas de candidatos (receitas e despesas contratadas), extração de 02/10/2026, com receitas lançadas até 30/09/2026 e despesas até 29/09/2026 (substitui a extração de 29/09/2026). "Gasto declarado" mostra apenas candidatos com despesa contratada acima de zero; Adriano Funileiro, Marcelo Marcelino e Joaquim do MLB seguem sem nenhum lançamento de despesa. Suplentes de senado não incluídos nas tabelas de arrecadação/despesa. Nomes de urna usados nas tabelas correspondem, na base do TSE, aos registros civis Maurício Thadeu de Mello e Silva (Requião Filho), Alexandre Maranhão Khury (Alexandre Curi), Florisvaldo Fier (Dr. Rosinha) e Alexandre Salomão (Doutor Alexandre Salomão).
Presidência · intenção de voto no PR
Candidato
Mar/26 · estimulada
Jul/26 · espontânea
Jul/26 · estimulada
Ago/26 · estimulada
Set/26 · AtlasIntel
Set/26 · Quaest
Flávio Bolsonaro (PL)
52%
20%
42%
42%
53,7%
40%
Lula (PT)
33,5%
15%
24%
24%
34,0%
26%
Outros candidatos
9,3%
5%
11%
12%
10,3%
15%
Indecisos
0,9%
59%
14%
16%
1,8%
13%
Branco/nulo/não vai votar
4,2%
1%
9%
6%
0,4%
6%
Coluna Set/26 · Quaest: Quaest/Globo, 20–23/set (PR-02802/2026 e BR-04607/2026, 804 entrevistas). "Outros candidatos" agrega Augusto Cury (5%), Ronaldo Caiado (4%), Renan Santos (4%) e Zema (2%). Em relação a agosto, Flávio oscila de 41% para 40% e Lula sobe de 23% para 26%. No 2º turno, Flávio venceria por 51% a 31%. Apesar disso, 44% acham que Lula vai ganhar a eleição, contra 40% que apostam em Flávio, e 52% dizem que "mais um mandato do Lula" dá mais medo do que "a volta da família Bolsonaro ao poder" (34%). O voto presidencial é o mais consolidado das três disputas (77% dizem que a escolha é definitiva). Coluna Set/26 · AtlasIntel: AtlasIntel, 11–16/set (registro PR-02671/2026 e BR-09264/2026), mesma rodada que atualizou a disputa ao governo — "Outros candidatos" agrega Escritor Augusto Cury (4,1%), Ronaldo Caiado (2,2%), Zema (1,8%), Renan Santos (1,7%) e demais nomes com 0,5% ou menos juntos. Nos votos válidos, Flávio Bolsonaro sobe a 54,9% e Lula a 34,7%. Nos cenários de 2º turno da própria rodada (votos válidos), a vantagem de Flávio Bolsonaro sobre Lula (59,8% a 40,2%) é a maior entre os presidenciáveis testados no PR — maior que a de Ronaldo Caiado sobre Lula (57,5% a 42,5%) e a de Zema (56,8% a 43,2%); a série temporal da própria AtlasIntel (09→17/set) mostra Flávio caindo de 55,8% para 53,7% e Lula subindo de 27,8% para 34%. Fonte: AtlasIntel, mar/26 (25–30/mar, registro TSE PR-00105/2026), Genial/Quaest, jul/26 (21–25/jul, registro TSE PR-04818/2026 e BR-03445/2026) e Quaest/Globo, ago/26 (20–23/ago, registro TSE PR-05388/2026 e BR-03761/2026). "Outros candidatos" agrega nomes com 5% ou menos em cada rodada (Romeu Zema, Renan Santos, Ronaldo Caiado, Aldo Rebelo, Pablo Marçal, Augusto Cury e demais). Bolsonaro já liderava com folga em março (52% a 33,5%) e a vantagem se manteve estável até agosto — o Paraná segue como um dos estados de maior vantagem de Bolsonaro sobre Lula no país. A própria AtlasIntel simulou 2º turno em março: Flávio Bolsonaro venceria Lula por 55,6% a 34,6%. Rodada adicional não incorporada à tabela acima (formato por período, um instituto por coluna): Real Time Big Data também fez pesquisa presidencial no PR em ago/26 (24–27/ago, registro BR-07171/2026, mesmo relatório da rodada de governo) — estimulado Flávio Bolsonaro 44% / Lula 30% / demais candidatos ≤4% cada; 2º turno Bolsonaro 52% x Lula 34%. Direção e ordem de grandeza batem com a Quaest/Globo do mesmo mês, mas a vantagem de Bolsonaro é maior na RTBD. Avise se quiser que eu adicione uma coluna própria para essa rodada em vez de só citá-la aqui.
Aprovação do governo Lula no PR
Abr/24
Dez/24
Fev/25
Ago/25
Abr/26
Jul/26
Ago/26
Set/26 (Atlas)
Set/26 (Quaest)
Aprova
44%
44%
30%
34%
34%
36%
36%
38%
37%
Desaprova
54%
53%
68%
64%
60%
60%
60%
59%
58%
Série Genial/Quaest e Quaest/Globo, com duas colunas em set/26: AtlasIntel (11–16/set, 3% não sei, não mostrado na tabela) e Quaest/Globo (20–23/set, 5% NS/NR). A Quaest de setembro mede 37% de aprovação e 58% de desaprovação, a menor desaprovação da série Quaest desde dez/24. Desaprovação de Lula no PR nunca ficou abaixo de 53% desde abr/24 — o pico de rejeição foi em fev/25 (68%), com recuperação parcial e estabilização em 34–38% de aprovação desde então; a série temporal da própria AtlasIntel (09→17/set) mostra aprovação subindo de 33% para 38% e desaprovação caindo de 65% para 59%.
Aprovação do Governador Ratinho Junior (PSD)
Set/26
Aprova
63%
Não sei
6%
Desaprova
30%
Quaest/Globo, 20–23/set: aprovação de 79% e desaprovação de 12% (9% NS/NR), com 69% de avaliação positiva, 21% regular e 5% negativa. 65% dizem que Ratinho Junior merece eleger um sucessor (25% discordam), mesmo patamar de agosto, e 40% já apontam Sandro Alex como o candidato apoiado pelo governador (eram 21%). A diferença de nível para a AtlasIntel (63%) decorre da escala da pergunta e do método de coleta. Fonte da tabela: AtlasIntel, 11–16/set/2026 (PR-02671/2026). Primeira vez que o painel rastreia esse indicador em série própria — a rodada anterior de Ratinho Junior no painel era a avaliação de desempenho da Quaest/Globo de 24/ago (79% de aprovação, pergunta com escala diferente, ver Conjuntura). Na série temporal da própria AtlasIntel (09→17/set), aprovação de Ratinho Junior caiu de 68% para 63% e desaprovação subiu de 26% para 30% — ainda assim, é o líder de governo com melhor avaliação entre os testados na rodada (+33pp sobre Lula, que tem −21pp).
Alianças
"A Mudança Continua" — Sandro Alex (PSD)
PSD · MDB · Republicanos · Avante · DC · Federação União Progressista (União Brasil / PP) · Federação PSDB Cidadania (PSDB / Cidadania) — 9 legendas, a maior coligação da disputa.
"Fortaleza Paraná" — Sergio Moro (PL)
PL · Podemos · Novo — a coligação mais enxuta entre os favoritos, apesar de ser a maior arrecadadora.
"Paraná para Todos" — Requião Filho (PDT)
PDT · Federação Brasil da Esperança (PT / PC do B / PV) · Federação PSOL Rede (PSOL / Rede) · Federação Renovação Solidária (PRD / Solidariedade) — reconstitui o campo de esquerda em torno de uma única candidatura.
Candidaturas isoladas
Doutor Alexandre Salomão (Mobiliza), Luiz França (Missão), Tayná Miessa (UP), Samuel de Mattos (PSTU) e Adriano Funileiro (PCO) concorrem sem coligação, apenas pela legenda própria.
Fonte: TSE, consulta de coligações por cargo, extração de 06/09/2026. A coligação de Sandro Alex reúne o PSD — partido do próprio Ratinho Junior — com uma base ampla de centro-direita. Vale cruzar com a pesquisa Genial/Quaest de julho: quando perguntados quem seria o candidato apoiado por Ratinho no PR, Sandro Alex já era a resposta mais citada (19%), à frente de Requião Filho (2%) e Rafael Greca (3%) — mas 69% ainda não sabiam dizer. Requião Filho é o único a unir PT e PDT numa mesma chapa — aliança inédita no estado, parecida com o arranjo Brizola/PT no RS.
Atualização de 04/out: entra a rodada de véspera da Neokemp para o Jornal O Correio do Povo (1.008 entrevistas, 01–02/10, PR-05345/2026, margem de 3,1 pontos, divulgada em 03/10). Moro tem 48,1%, Requião Filho 24,7% e Sandro Alex 23,2%, com 2,1% de indecisos e brancos/nulos, e o 2º lugar fica empatado na margem de erro. A rodada não testou 2º turno. Sobre a RTBD de 28/09–01/10, a CartaCapital reporta os cenários de 2º turno em votos totais, Moro 42% x 42% Sandro Alex e Moro 56% x 30% Requião, o que confirma o empate técnico no confronto com Sandro Alex já indicado pelos números em válidos (abaixo). Atualização de 03/out (véspera do 1º turno): três rodadas novas. Quaest (02–03/10, PR-05119/2026, 2.004 entrevistas, TV Paranaense) e AtlasIntel (27/09–02/10, PR-05944/2026) tiveram, nas fontes consultadas, apenas os resultados em votos válidos divulgados; por isso entram na tabela marcadas com (vál.) e não são diretamente comparáveis às demais linhas, que estão em votos totais. A Quaest tem Moro 43%, Sandro Alex 29% e Requião Filho 27%; a AtlasIntel, Moro 44,7%, Requião 31,6% e Sandro Alex 20,2%. A Real Time Big Data (28/09–01/10, 1.600 entrevistas) entra em votos totais (Moro 37%, Sandro Alex 29%, Requião 24%, conforme a compilação da Wikipédia; nos válidos, 40%, 32% e 26%, conforme a Gazeta do Povo). Contratante e método da RTBD e da AtlasIntel não foram identificados nas fontes; o registro da RTBD (PR-04002/2026) consta do calendário de divulgação e foi confirmado pela cobertura da CartaCapital, não pelo relatório. O tamanho da amostra da AtlasIntel varia entre veículos (1.800, 1.812 e 1.826); a tabela usa 1.812 (Gazeta do Povo). A divergência no 2º lugar persiste: Requião à frente na AtlasIntel (31,6% x 20,2%), Sandro Alex à frente na Quaest (29% x 27%, dentro da margem) e na RTBD (29% x 24%). Atualização de 02/out: quatro rodadas novas com campo até 01/10, e Moro lidera todas, mas em patamares bem distintos. A Neokemp (29/09–01/10, PR-05600/2026) mede 47,7%, com Requião em 26,0% e Sandro Alex em 23,0% e apenas 2,3% de indecisos e brancos/nulos. Já o IRG para a TV Independência (29/09–01/10, PR-04957/2026, cenário com chapas completas) mede Moro com 40,6%, Sandro Alex com 28,4% e Requião com 23%, a Radar Inteligência para a ADI-PR (1.100 entrevistas presenciais em 49 municípios, 26/09–01/10, margem de 2,95 pontos; registro PR-09994/2026 conforme o calendário de divulgação do Grupo RIC) mede 38,2%, 26,3% e 23,3%, e a Alfa Inteligência (25–30/set, PR-05408/2026) mede 37%, 28% e 24%. Nas três casas que testaram 2º turno nesta leva, o confronto Moro x Sandro Alex fica dentro ou perto da margem de erro (IRG 44,1% a 40,7%, Alfa 46% a 43%), enquanto contra Requião Moro vence com folga (IRG 58,1% a 30%, Alfa 50% a 37%). A disputa pelo 2º lugar termina setembro empatada entre os institutos, 10 rodadas para cada lado. Seguem previstas para 02/10 rodadas de Real Time Big Data (PR-04002/2026) e Índice Inteligência (PR-07787/2026), e para 03/10 Quaest (PR-05119/2026), AtlasIntel (PR-05944/2026) e Agili (PR-05422/2026). Última semana de setembro (campo de 23 a 28/set): quatro rodadas, e Moro lidera em todas. Neokemp (24–27/set, 47,2%), Paraná Pesquisas (25–27/set, 46,2%, a maior marca do instituto no ano) e Agili (23–28/set, 43,9%) o colocam entre 44% e 47% dos votos totais, e duas delas já indicam vitória no 1º turno nos votos válidos: 50,1% na Paraná Pesquisas e 51,5% na Agili. A Real Time Big Data para a TV Independência (24–28/set) é a exceção, com Moro em 36%, Sandro Alex em 28% e Requião em 23%. O 2º lugar segue dividido por instituto: Requião está à frente de Sandro Alex na Neokemp (25,8% a 22,6%), na Paraná Pesquisas (23,6% a 21,5%) e na Agili (20,8% a 18,4%), sempre dentro ou perto da margem de erro, e Sandro Alex está à frente na RTBD. Na espontânea, Moro tem entre 23% (RTBD) e 33,4% (Paraná Pesquisas). A matéria da Neokemp cita campo de 25–26/set, enquanto o registro no TSE indica 24–27/set; a tabela usa o registro. Das rodadas registradas com divulgação prevista até 29/set, não foram localizados resultados de Veritá (PR-02249 e PR-01947), Brasil Dados e Instituto Ranking. Seguem previstas para 01/10 rodadas de Neokemp (PR-05600), Alfa (PR-05408) e Linear (PR-08526). Na atualização anterior, haviam entrado seis rodadas (Alfa Inteligência, Neokemp de 15–17/set, IRG, Índice Inteligência, Quaest e Neokemp de 22–24/set), e Moro lidera em todas. O nível de Moro, porém, depende fortemente do instituto: as três rodadas da Neokemp em setembro o colocam perto de 49% (48,8%, 49,8% e 48,7%), enquanto Alfa (39%), IRG (39,7%), Quaest (36%) e Índice (35%) medem uma disputa bem mais aberta. O 2º lugar segue empatado entre as casas: Sandro Alex aparece à frente de Requião Filho na Alfa (28% a 23%), no IRG (27,8% a 21,3%) e sobretudo no Índice Inteligência (32% a 20%, a menor distância para Moro em todo o ano, 3 pontos), enquanto a Neokemp de 22–24/set, a mais recente por data de campo, volta a colocar Requião na frente (25,9% a 20,8%). A Alfa Inteligência entra no painel com a rodada de 11–16/set sob registro próprio (PR-03640/2026); a rodada de 10/set (PR-03042/2026), suspensa pelo TRE-PR a pedido da coligação de Moro, continua fora da série. Nova rodada Quaest/Globo (20–23/set, PR-02802/2026, 804 entrevistas domiciliares, contratante Rádio Emissora Paranaense/RPC): Moro 36%, Requião Filho 20% e Sandro Alex 20%, com 12% de indecisos e 9% de branco/nulo. Em relação à Quaest de agosto, Moro oscila de 37% para 36%, Requião de 21% para 20% e Sandro Alex sobe de 15% para 20%, empatando com Requião pela primeira vez nesta série. Num cenário alternativo testado pela Quaest (Cenário 2, sem Adriano Funileiro), o resultado é Moro 34%, Requião 21% e Sandro Alex 20%. Na espontânea, Moro tem 21%, Requião 11% e Sandro Alex 9%, com 57% de indecisos (eram 73%). Linha da Real Time Big Data de 24–27/ago preenche uma lacuna: rodada já existia (relatórios PR-07845/2026 e BR-07171/2026, divulgação 28/ago, enviados por você) mas nunca tinha entrado no painel — Moro 35% / Sandro Alex 23% / Requião F. 20% no estimulado (espontânea: Moro 16%/Sandro Alex 9%/Requião F. 7%/Ratinho Jr. 4%; 2º turno Moro 54% x Requião F. 27%). Até 17/set, setembro reunia sete rodadas já incorporadas, com dispersão grande no 1º e no 2º lugar — números completos (a tabela acima só rastreia Moro e Requião F.): Paraná Pesquisas, 31/ago–02/set (Moro 45,0% / Requião F. 24,0% / Sandro Alex 17,5%), IRG Pesquisas (Moro 38,8% / Sandro Alex 27,0% / Requião F. 21,8%), Real Time Big Data, 04–08/set (Moro 35,0% / Sandro Alex 25,0% / Requião F. 21,0%), Neokemp (Moro 48,8% / Requião F. 23,3% / Sandro Alex 20,4%), AtlasIntel, 11–16/set (Moro 49,1% / Requião F. 28,2% / Sandro Alex 18,6%; votos válidos: Moro 50,7% / Requião F. 29,1% / Sandro Alex 19,2% — amostra de 1.794 respondentes, margem de erro ±2 p.p., relatório completo em anexo), Real Time Big Data, 11–15/set (Moro 35% / Sandro Alex 27% / Requião F. 22% — contratada pela Rede Record, PR-00532/2026, divulgada só em 21/set apesar do campo ser anterior ao da rodada seguinte) e, a mais recente por data de campo, Paraná Pesquisas de 15–17/set (Moro 44,7% / Requião F. 23,0% / Sandro Alex 19,7% — segunda rodada do instituto no mês, recuo de 0,3 p.p. em Moro frente à rodada de 31/ago–02/set). Sandro Alex (PSD) fica à frente de Requião Filho (PDT) no 2º lugar em três das sete últimas rodadas (IRG e as duas rodadas da RTBD) — a AtlasIntel e a Paraná Pesquisas de meados de setembro voltam a mostrar Requião F. na frente, embora com distância bem menor na rodada mais recente por campo (23,0% a 19,7%, 3,3 p.p.) do que na da AtlasIntel (28,2% a 18,6%, 9,6 p.p.); já a RTBD de 11–15/set, a rodada de divulgação mais recente de todas (21/set), mostra Sandro Alex 5 p.p. à frente de Requião F. Nos cenários de 2º turno da própria AtlasIntel, Moro vence Requião F. por 57,0% a 37,1% e Sandro Alex por 50,4% a 35,5%; Sandro Alex venceria Requião F. por 49,1% a 30,6% — a rodada de Paraná Pesquisas de 15–17/set não testou 2º turno. Na RTBD de 11–15/set, Moro vence Requião F. por 52% a 30% e Sandro Alex por uma margem bem mais apertada, 42% a 38%; Sandro Alex venceria Requião F. por 42% a 31%. A pesquisa Real Time Big Data de setembro (04–08/set) teve divulgação inicialmente barrada por liminar do TRE-PR em 07/set, a pedido da campanha de Sandro Alex — que questionou a capacidade financeira do instituto de bancar a pesquisa — e só foi ao ar em 11/set; a segunda rodada da RTBD (11–15/set, PR-00532/2026) não parece ter sofrido o mesmo questionamento, mas vale confirmar direto com o instituto antes de tratar isso como definitivo. Uma pesquisa da Alfa Inteligência (10/set, PR-03042/2026) seguia suspensa por liminar de 11/set a pedido da própria coligação de Moro, por inconsistência metodológica, com números nunca oficialmente liberados; nesta sessão encontrei referências de imprensa a números atribuídos à Alfa Inteligência/TMC em datas posteriores (15/set, sob o mesmo registro PR-03042/2026, e 17/set, sob um registro distinto PR-03640/2026, com números diferentes entre si) — não consegui confirmar se a liminar de 11/set foi revertida, se há duas pesquisas Alfa distintas, ou se uma das fontes está com o registro errado, então optei por não incluir nenhum número da Alfa Inteligência no painel até você confirmar a situação. Método de campo da IRG, da Neokemp e das duas rodadas da Real Time Big Data não confirmado nas fontes consultadas (telefônica presumida por continuidade com rodadas anteriores dos mesmos institutos) — vale checar contra o relatório completo antes de publicar, se você tiver acesso a ele.
Rejeição ("não votaria de jeito nenhum") · Neokemp, 24–27 set
Requião F. (PDT)
48,3%
Moro (PL)
33,8%
Sandro Alex (PSD)
6,7%
Cenários de 2º turno (Quaest, 02–03/10)
Moro x Requião F.
49% · 34%
Moro x Sandro Alex
42% · 37%
Sandro Alex x Requião F.
44% · 32%
Atualização de 03/out: o painel de 2º turno passa para a Quaest de 02–03/10 (PR-05119/2026), a rodada mais recente que testou o quesito: Moro 49% x 34% Requião, Moro 42% x 37% Sandro Alex (a vantagem de 5 pontos fica fora da margem de 2 pontos, mas com 21% de indecisos e brancos/nulos) e Sandro Alex 44% x 32% Requião. Na RTBD de 28/09–01/10, os números reportados são Moro 50% x 50% Sandro Alex, Moro 67% x 33% Requião e Sandro Alex 61% x 39% Requião, aparentemente em votos válidos (só dois candidatos somam 100%), o que não é comparável aos da Quaest. O IRG de 29/09–01/10 segue como referência anterior (abaixo). Atualização de 02/out: o painel de 2º turno passa para o IRG de 29/09–01/10, a rodada mais recente que testou o quesito, com Moro 44,1% x Sandro Alex 40,7% (empate técnico), Moro 58,1% x Requião 30% e Sandro Alex 54,4% x Requião 27,3%. Na Alfa de 25–30/set, os números são 46% x 43%, 50% x 37% e 45% x 34%. O painel de rejeição segue com a Neokemp de 24–27/set, porque as rodadas novas não divulgaram o quesito na cobertura consultada. Atualização de 29/set: o painel de rejeição passa para a Neokemp de 24–27/set (PR-09878/2026), com Requião Filho em 48,3%, Moro em 33,8% e Sandro Alex em 6,7%. Na rejeição múltipla da RTBD de 24–28/set, os números são Requião 45%, Moro 39% e Sandro Alex 32%. O painel de 2º turno passa para a RTBD de 24–28/set, a rodada mais recente que testou o quesito: Moro venceria Requião por 54% a 30%, mas o confronto com Sandro Alex fica em 41% a 39%, dentro da margem de erro, repetindo o padrão já visto na Alfa, no IRG e no Índice. A Paraná Pesquisas, a Neokemp e a Agili não divulgaram 2º turno nesta rodada. Rejeição (rodadas anteriores): a Neokemp de 22–24/set (PR-07451/2026) media Requião Filho em 47,5%, Moro em 34,9% e Sandro Alex em 6,5%, praticamente igual à rodada do instituto de 15–17/set (46%, 34% e 6,5%). Na Paraná Pesquisas de 15–17/set (rejeição múltipla), os números eram Requião 37,8%, Moro 26,6% e Sandro Alex 12,2%, e na Quaest de setembro ("conhece e não votaria") 45%, 35% e 19%. Em todas as casas a ordem é a mesma. 2º turno (Quaest/Globo, 20–23/set): Moro venceria Requião Filho por 48% a 32% e Sandro Alex por 43% a 29%. A novidade é o confronto entre os dois perseguidores, que se inverte em um mês: em agosto Requião venceria Sandro Alex por 37% a 24%, e agora Sandro Alex aparece à frente por 38% a 32%. Em agosto, os cenários contra Moro eram 51% a 27% (Requião) e 48% a 19% (Sandro Alex). A AtlasIntel usa uma pergunta diferente da Paraná Pesquisas para medir rejeição — "em qual candidato você não votaria de jeito nenhum?" (múltiplas respostas, base no universo total), não a rejeição direta (RM) da Paraná Pesquisas — então os números não são diretamente comparáveis aos do painel ao lado. Na rodada AtlasIntel de 11–16/set: Requião Filho 42,5%, Sergio Moro 34,5%, Sandro Alex 15,0% (a AtlasIntel também mediu imagem: Moro 55% positiva/40% negativa, Sandro Alex 40%/27%, Requião Filho 34%/52%). Mesma ressalva vale para o indicador "Indecisos" no topo do painel: a Neokemp (telefônica) mede apenas 3,3% de indecisos e brancos/nulos em 22–24/set, contra 21% na Quaest (domiciliar) de 20–23/set e 12% no Índice Inteligência (presencial) de 19–21/set. A diferença reflete efeito-casa de metodologia, não uma virada de opinião entre rodadas próximas.
Coluna "Relatório" leva ao PDF completo, já publicado na pasta docs/ do site. Linhas destacadas em roxo: rodadas Genial/Quaest — acompanhar posicionamento próprio frente à concorrência a cada nova rodada de mercado. Moro (PL) lidera todas as rodadas de mar/26 a set/26, mas com efeito-casa nítido: AtlasIntel (digital) e Paraná Pesquisas (domiciliar, sem contratante declarado) tendem a mostrar Moro mais forte (40–52%), enquanto Genial/Quaest e IRG Pesquisas mostram uma corrida mais apertada (35–39%) — o "cenário" testado também varia (com ou sem Rafael Greca, que deixou de concorrer a governador em julho/agosto ao se tornar vice de Sandro Alex). Requião Filho (PDT) se mantém estável na casa dos 17–28% em praticamente todas as rodadas. Cada linha usa o cenário com o conjunto mais completo de candidatos testado naquela rodada — números de outros cenários da mesma pesquisa podem divergir; ver PDF completo. A rejeição de Requião Filho é o dado mais consistente de todo o ano: fica entre 33% e 48% em todas as rodadas com essa pergunta, inclusive na mais recente (Genial/Quaest abr 47%, Paraná Pesquisas mar/jun/jul/ago/set 33,7–37,8%, Quaest/Globo ago 44%) — nenhum outro nome no páreo tem rejeição tão estável. No 2º turno, a vantagem de Moro sobre Requião Filho oscila mas nunca desaparece: AtlasIntel (mar) já apontava 58,4% a 38,7%; Genial/Quaest (abr) media 49% a 30%; Quaest/Globo (ago) fecha o período em 51% a 27% — nenhuma das duas rodadas de setembro da Paraná Pesquisas testou 2º turno. Nas rodadas de 11 a 23/set que testaram 2º turno, Moro vence Requião com folga (53% a 38% na Alfa, 55,3% a 28,2% no IRG, 54% a 32% no Índice, 48% a 32% na Quaest), mas o confronto com Sandro Alex fica apertado em três delas (47% a 43% na Alfa, 43,3% a 39,8% no IRG e 44% a 41% no Índice, todos perto da margem de erro), contra 43% a 29% na Quaest.
Conhecimento, potencial de voto e rejeição
Candidato ao Governo
Conhece e votaria
Não conhece
Conhece e não votaria
NET set
NET ago
Sergio Moro (PL)
53%
12%
35%
+18
+21
Sandro Alex (PSD)
34%
47%
19%
+15
+6
Tayná Miessa (UP)
2%
93%
5%
−3
−2
Adriano Funileiro (PCO)
2%
91%
7%
−5
−2
Doutor Alexandre Salomão (Mobiliza)
1%
91%
8%
−7
−2
Samuel de Mattos (PSTU)
1%
91%
8%
−7
−2
Requião Filho (PDT)
36%
19%
45%
−9
−6
Luiz França (Missão)
2%
86%
12%
−10
−8
Fonte: Quaest/Globo, 20–23/set/2026 (804 entrevistas domiciliares, PR-02802/2026), com o NET de agosto (Quaest/Globo, 20–23/ago) na última coluna. Pergunta: "Você diria que conhece e votaria, não conhece, ou conhece e não votaria em ___?". NET = potencial de voto menos rejeição. Sandro Alex é o nome que mais avança: o desconhecimento cai de 62% para 47%, o potencial de voto sobe de 22% para 34% e o saldo vai de +6 para +15, ficando próximo do de Moro. Moro segue com o maior potencial de voto (53%), mas a rejeição sobe para 35% e o saldo recua de +21 para +18. Requião Filho continua com a maior rejeição entre os três (45%) e piora o saldo de −6 para −9. Os valores de agosto na última coluna foram conferidos no comparativo do relatório de setembro, o que corrige pequenas diferenças da versão anterior desta tabela para os candidatos com menos de 5%.
Candidato ao Senado
Conhece e votaria
Não conhece
Conhece e não votaria
NET set
NET ago
Alexandre Curi (Republicanos)
40%
36%
24%
+16
+5
Deltan Dallagnol (Novo)
27%
54%
19%
+8
+4
Filipe Barros (PL)
27%
51%
22%
+5
+6
Cristina Graeml (PSD)
18%
63%
19%
−1
−5
Karen Guerreiro (Missão)
3%
90%
7%
−4
−3
Marcelo Marcelino (PCO)
2%
90%
8%
−6
−6
Joaquim do MLB (UP)
1%
92%
7%
−6
−4
Dr. Rosinha (PT)
14%
47%
39%
−25
−16
Gleisi Hoffmann (PT)
26%
18%
56%
−30
−30
Mesma pergunta aplicada aos candidatos ao Senado (Quaest/Globo, set/26, com o NET de agosto na última coluna). Alexandre Curi dispara no indicador: o potencial de voto sobe de 27% para 40%, o desconhecimento cai de 51% para 36% e o saldo vai de +5 para +16, o melhor da disputa. Dallagnol também melhora (+4 para +8), enquanto Filipe Barros fica estável (+5). Gleisi Hoffmann segue com o maior conhecimento e a maior rejeição (56%, saldo −30, sem variação), e Dr. Rosinha é quem mais piora (rejeição de 30% para 39%, saldo de −16 para −25), o que indica desgaste concentrado nos dois nomes do PT. Cristina Graeml reduz o saldo negativo de −5 para −1.
Contexto histórico
Diferente do Rio Grande do Sul, o Paraná não decide o governo do estado no segundo turno há pelo menos três eleições. Beto Richa (PSDB) se reelegeu já no primeiro turno em 2014, com 55,7% dos votos válidos contra Roberto Requião (PMDB, 27,6%) e Gleisi Hoffmann (PT, 14,9%) — um recado claro de que o PSDB, então a força dominante do estado, mantinha ampla vantagem sobre um campo de esquerda fragmentado.
Em 2018, Ratinho Junior (PSD) — que havia sido deputado federal e, a partir de 2016, secretário de Desenvolvimento Urbano na gestão Beto Richa — venceu também em primeiro turno, com 60,0% dos votos válidos, consolidando a transição do centro paranaense do PSDB para o PSD. (A vice de Beto Richa, Cida Borghetti, é quem assumiu o governo em 2018 quando Richa deixou o cargo para concorrer ao Senado.) Em 2022, ele se reelegeu com margem ainda maior (cerca de 69,6% dos votos válidos, segundo o TSE) contra Roberto Requião, então filiado ao PT — a maior votação proporcional entre os governadores eleitos naquele ano.
Chegando a 2026, Ratinho Junior está no limite de mandatos e não pode concorrer à reeleição. O padrão histórico recente — nenhum segundo turno desde pelo menos 2014, domínio do centro-direita administrativo (PSDB depois PSD) sobre uma esquerda que não venceu o estado desde Roberto Requião nos anos 2000 — é o pano de fundo para entender por que Ratinho, com aprovação recorde, ainda não indicou um sucessor claro, e por que Sergio Moro (PL) lidera as pesquisas sem ser do partido do governador. Este é um rascunho factual, a partir de resultados oficiais do TSE — assim que você mandar o texto de "Direita contra direita..." e "Quem herda o Palácio Iguaçu?", incorporo sua análise e substituo ou complemento este parágrafo.
Histórico do estado
Ano
Turno
Data
Candidato
Partido
% votos válidos
Resultado
2014
1º (único)
05/10/2014
Beto Richa
PSDB
55,67%
eleito
2014
1º (único)
05/10/2014
Roberto Requião
PMDB
27,56%
derrotado
2014
1º (único)
05/10/2014
Gleisi Hoffmann
PT
14,87%
derrotada
2018
1º (único)
07/10/2018
Ratinho Junior
PSD
59,99%
eleito
2018
1º (único)
07/10/2018
Cel. Cássio Taniguchi
PP
15,53%
derrotado
2018
1º (único)
07/10/2018
Eliana Cortez
MDB
13,19%
derrotada
2022
1º (único)
02/10/2022
Ratinho Junior
PSD
69,64%
reeleito
2022
1º (único)
02/10/2022
Roberto Requião
PT
26,28%
derrotado
2022
1º (único)
02/10/2022
Ricardo Gomyde
PDT
2,09%
derrotado
Resultados oficiais das três últimas eleições para governador do PR, fonte TSE (via cobertura da Gazeta do Povo, Agência Brasil e TSE). Diferente do RS, o Paraná não vai a segundo turno para governador desde pelo menos 2014 — o vencedor sempre superou 50% dos votos válidos já no primeiro turno. Roberto Requião concorreu em 2014 (PMDB) e voltou a concorrer em 2022, já filiado ao PT — mesmo nome, campos partidários opostos. Requião Filho, candidato do PDT em 2026, é filho de Roberto Requião.
Candidatos
Governo
Senado
Câmara Federal
Assembleia Legislativa
SM
Sergio Moro
PL
Governador · vice: Edson Vasconcelos (PL)
redes: aguardando rede_social_candidato
RF
Requião Filho
PDT
Governador · vice: Michele Caputo (Solidariedade)
redes: aguardando rede_social_candidato
SA
Sandro Alex
PSD
Governador · vice: Rafael Greca (MDB)
redes: aguardando rede_social_candidato
LF
Luiz França
Missão
Governador · vice: João Adolfo (Missão)
redes: aguardando rede_social_candidato
TM
Tayná Miessa
UP
Governadora · vice: Willian Araki (UP)
redes: aguardando rede_social_candidato
AS
Doutor Alexandre Salomão
Mobiliza
Governador · vice: Daiana Criminacio (Mobiliza)
redes: aguardando rede_social_candidato
AF
Adriano Funileiro
PCO
Governador · vice: Zé Carlos (PCO)
redes: aguardando rede_social_candidato
SM
Samuel de Mattos
PSTU
Governador · vice: Helena Figueiredo (PSTU)
redes: aguardando rede_social_candidato
AC
Alexandre Curi
Republicanos
Senador · coligação com Sandro Alex
GH
Gleisi Hoffmann
PT
Senadora · coligação com Requião Filho
FB
Filipe Barros
PL
Senador · coligação com Moro
DD
Deltan Dallagnol
Novo
Senador · coligação com Moro
Registro indeferido pelo TSE (03/10) · votos serão nulos
CG
Cristina Graeml
PSD
Senadora · coligação com Sandro Alex
DR
Dr. Rosinha
PT
Senador · coligação com Requião Filho
KG
Karen Guerreiro
Missão
Senadora · partido isolado
MM
Marcelo Marcelino
PCO
Senador · partido isolado
JM
Joaquim do MLB
UP
Senador · partido isolado
Candidatos a deputado federal — PR
426
Reeleição
Deputados atuais buscando reeleição
23 de 30
Cruzamento com a bancada eleita em 2022. Caso especial: a vaga vencida por Jocelito Canto (PSDB) foi cassada pelo TSE (candidatura sub judice) e assumida por Beto Richa (PSDB) — é ele quem hoje ocupa a cadeira e concorre à reeleição em 2026; Jocelito Canto também aparece como candidato, agora pelo PP, mas não como titular da cadeira. Dos que não buscam reeleição como federal: Deltan Dallagnol, Gleisi Hoffmann e Filipe Barros migraram para o Senado; Sandro Alex concorre ao governo do estado; Giacobo e Enio Verri não aparecem candidatos a nenhum cargo; e Padovani (Nelson, PP) consta na base só como 2º suplente, não como candidato titular.
Sexo
Masculino
65,0%
Feminino
35,0%
Cor/raça (autodeclarada)
Branca
77,2%
Parda
14,1%
Preta
8,0%
Amarela
0,7%
Partidos com mais candidaturas
PSD / PDT
32
Novo / Missão / PSB / PL
31
MDB
30
Podemos
29
23 partidos lançaram candidatos a deputado federal no PR. Fonte: TSE, consulta_cand_2026, extração de 06/09/2026; reeleição cruzada manualmente com a lista de deputados federais eleitos em 2022 (dados fornecidos por Karolina). Base completa (nome de urna, partido, sexo, cor/raça, ocupação, escolaridade) disponível para download.
Candidatos a deputado estadual — PR
616
Reeleição
Deputados atuais buscando reeleição
38 de 54
Cruzamento com a bancada eleita em 2022 (54 cadeiras na Alep). Dos 16 que não buscam reeleição como estadual: Requião Filho concorre ao governo do estado; Alexandre Curi migrou para o Senado; outros 11 migraram para a Câmara Federal (Arilson Chiorato, Ricardo Arruda, Renato Freitas, Gilson de Souza, Ana Júlia, Luciana Rafagnin, Cristina Silvestri, Marcelo Rangel, Marcio Pacheco, Cloara Pinheiro e Tito Barichello, este agora como "Delegado Tito Xerifão"). Os 3 restantes — Tiago Amaral, Marcel Micheletto e Douglas Fabricio — não aparecem como candidatos a nenhum cargo nesta eleição.
Sexo
Masculino
64,9%
Feminino
35,1%
Cor/raça (autodeclarada)
Branca
70,8%
Parda
16,9%
Preta
10,7%
Amarela
1,1%
Indígena
0,5%
Partidos com mais candidaturas
PL
55
Podemos
51
PSD
48
PSDB
47
PT
45
Novo / MDB / PDT
39–42
25 partidos lançaram candidatos a deputado estadual no PR. Fonte: TSE, consulta_cand_2026, extração de 06/09/2026; reeleição cruzada manualmente com a lista de deputados estaduais eleitos em 2022 (dados fornecidos por Karolina).
Governo e Senado: nomes, partidos, vices e coligações do registro oficial do TSE (consulta_cand_2026 + consulta_coligacao_2026, PR), extração de 06/09/2026 — substitui a lista provisória que vinha das pesquisas. Duas correções em relação à rodada de julho: Rafael Greca não é candidato a governador, e sim vice na chapa de Sandro Alex (PSD); e Álvaro Dias, então líder nas pesquisas de Senado, não é candidato a nada no PR em 2026. Fotos e redes sociais seguem pendentes — dependem de rede_social_candidato_2026, que você ainda não mandou.
Posição relativa dos candidatos mais citados em 28 rodadas de pesquisa, de 01/mar a 03/out/2026 (Paraná Pesquisas, AtlasIntel, Genial/Quaest, Quaest/Globo, IRG, Neokemp, Real Time Big Data, Alfa, Índice Inteligência e Agili). Os números de Senado do IRG de 29/09–01/10 e da Radar não foram localizados em texto na cobertura consultada. A Paraná Pesquisas de 25–27/set não testou o Senado. Rótulos no eixo indicam o início do campo. Ranking, não percentual, porque os institutos usam formatos diferentes (soma de dois votos, média das duas vagas, apenas 1º voto), o que torna os números brutos não comparáveis entre si. A partir de agosto, o ranking considera os quatro nomes que disputam as primeiras posições (Dallagnol, Curi, Gleisi e Barros). Alvaro Dias liderou a maior parte da corrida até julho e desaparece do gráfico a partir de agosto, porque não é candidato ao Senado em 2026. Dallagnol lidera 14 das 19 rodadas desde setembro, incluindo as de 03/out da AtlasIntel (27,0% contra 23,6% de Barros), da Agili (21,9% contra 18,9%), da RTBD (21% contra 19%) e da Neokemp de 1º–2/10 (24,9% contra 23,5%). Entre as 14 rodadas com campo total ou parcialmente posterior à liminar do TSE de 19/set, ele é 1º em dez, 2º em três (Índice Inteligência, Quaest/Globo e Alfa de 25–30/set) e 3º na Quaest de 02–03/out, que traz Filipe Barros em 1º (25% dos válidos) e Curi e Dallagnol empatados em 21%. Curi lidera em quatro rodadas (as duas da Alfa, Índice Inteligência e Quaest/Globo de set), mas é 4º nas quatro rodadas da Neokemp desde 22/set e na AtlasIntel de 03/out. Filipe Barros é 2º em todas as rodadas da Neokemp, na AtlasIntel e na Agili, mas 4º em outras três casas, e Gleisi oscila entre 2º e 4º. Os pontos de 03/out da AtlasIntel e da Quaest vêm de resultados em votos válidos; a posição relativa é comparável, o percentual não. Empates técnicos aparecem no tooltip. Passe o mouse sobre um ponto para ver instituto e data; clique num nome na legenda para isolar ou esconder o candidato. Atualização de 04/out (manhã): às 7h45 de domingo, o presidente do TSE, Nunes Marques, suspendeu a decisão monocrática que havia indeferido o registro de Dallagnol, a pedido da coligação Fortaleza do Paraná (Podemos, PL e Novo). O registro volta à situação de "deferido com recurso", e os votos dados à chapa serão processados normalmente na apuração, com validade condicionada ao julgamento do plenário do TSE. Os números de Dallagnol voltam, portanto, a contar provisoriamente. Atualização de 03/out (noite): o relator do TSE indeferiu o registro de Dallagnol e determinou que os votos dados à chapa sejam considerados nulos na apuração (decisão monocrática, com efeito imediato, ainda sujeita ao plenário). Os números dele seguem aqui como foram medidos, mas, sob a decisão em vigor, não se convertem em votos válidos, e a disputa pelas duas vagas passa a ser entre Barros, Curi e Gleisi.
Senado · panorama por instituto
Instituto
Campo
Amostra
Método
1º colocado
2º colocado
Registro TSE
Paraná Pesquisas
01–04 mar
1.500
domiciliar
Alvaro Dias — 49,6%
Alexandre Curi — 33,7%
PR-06254/2026
AtlasIntel
25–30 mar
1.254
digital (RDR)
Deltan Dallagnol — 21,0%
Filipe Barros — 18,2%
PR-00105/2026
Paraná Pesquisas
10–12 abr
1.500
domiciliar
Alvaro Dias — 44,5%
Deltan Dallagnol — 28,2%
PR-06559/2026
Genial/Quaest QUAEST
21–25 abr
1.104
domiciliar
Alvaro Dias — 16%
Deltan Dallagnol — 13%
PR-02588/2026
Paraná Pesquisas
07–09 jun
1.500
domiciliar
Alvaro Dias — 37,7%
Deltan Dallagnol — 28,1%
PR-06978/2026
Paraná Pesquisas
03–06 jul
1.500
domiciliar
Alvaro Dias — 39,7%
Gleisi Hoffmann — 25,9%
PR-01166/2026
IRG Pesquisas
24–28 jul
1.200
telefônica
Deltan Dallagnol — 20,8%
Gleisi Hoffmann — 18,9%
PR-03191/2026
Paraná Pesquisas
13–16 ago
1.520
domiciliar
Deltan Dallagnol — 34,0%
Alexandre Curi — 29,6%
PR-09048/2026
Paraná Pesquisas
31 ago–02 set
1.280
domiciliar
Deltan Dallagnol — 30,8%
Alexandre Curi — 28,4%
PR-03399/2026
Neokemp
08–10 set
1.008
telefônica
Deltan Dallagnol — 47,3%
Filipe Barros — 37,7%
PR-04426/2026
Real Time Big Data
11–15 set
1.600
telefônica
Deltan Dallagnol — 19%
Alexandre Curi — 18%
PR-00532/2026
Alfa Inteligência
11–16 set
1.200
telefônica
Alexandre Curi — 32%
Deltan Dallagnol — 30%
PR-03640/2026
Neokemp
15–17 set
2.016
telefônica
Deltan Dallagnol — 48,8%
Filipe Barros — 31,4%
PR-08899/2026
Paraná Pesquisas
15–17 set
1.280
domiciliar
Deltan Dallagnol — 31,6%
Alexandre Curi — 30,4%
PR-01022/2026
IRG Pesquisas
17–20 set
1.200
telefônica
Deltan Dallagnol — 24,0% (1º voto)
Gleisi Hoffmann — 21,1%
PR-01172/2026
Índice Inteligência
19–21 set
1.200
presencial
Alexandre Curi — 32%
Deltan Dallagnol — 31%
PR-06638/2026
Quaest QUAEST
20–23 set
804
domiciliar
Alexandre Curi — 14%
Dallagnol / Filipe Barros — 11%
PR-02802/2026
Neokemp
22–24 set
1.008
telefônica
Deltan Dallagnol — 50,8%
Filipe Barros — 35,4%
PR-07451/2026
Agili Pesquisas
23–28 set
1.200
telefônica
Deltan Dallagnol — 21,9%
Filipe Barros — 17,8%
PR-03158/2026
Neokemp
24–27 set
1.008
telefônica
Deltan Dallagnol — 24,4%
Filipe Barros — 18,8%
PR-09878/2026
Real Time Big Data
24–28 set
1.600
telefônica
Deltan Dallagnol — 19%
Curi / Filipe Barros — 18%
PR-04181/2026
Alfa Inteligência
25–30 set
1.200
telefônica
Alexandre Curi — 30%
Deltan Dallagnol — 26%
PR-05408/2026
AtlasIntel
27 set–02 out
1.800
digital
Deltan Dallagnol — 27,0% (vál.)
Filipe Barros — 23,6% (vál.)
PR-05944/2026
Agili Pesquisas
27 set–02 out
—
—
Deltan Dallagnol — 21,9%
Filipe Barros — 18,9%
—
Real Time Big Data
28 set–01 out
1.600
n/d
Deltan Dallagnol — 21%
Curi / Filipe Barros — 19%
PR-04002/2026
Neokemp
29 set–01 out
1.008
telefônica
Deltan Dallagnol — 24,9%
Filipe Barros — 23,0%
PR-05600/2026
Neokemp
01–02 out
1.008
n/d
Deltan Dallagnol — 24,9%
Filipe Barros — 23,5%
—
Quaest QUAEST
02–03 out
2.004
n/d
Filipe Barros — 25% (vál.)
Curi / Deltan Dallagnol — 21% (vál.)
PR-05119/2026
Atualização de 03/out: cinco rodadas novas de Senado.Quaest (02–03/10, PR-05119/2026, 2.004 entrevistas, TV Paranaense), em votos válidos: Filipe Barros 25%, Alexandre Curi 21%, Deltan Dallagnol 21%, Gleisi Hoffmann 15%, Dr. Rosinha 10% e Cristina Graeml 7% (votos totais: Barros 17%, Curi e Dallagnol 15%, Gleisi 11%; espontânea: Dallagnol 10%, Barros 9%, Curi 7%, Gleisi 5%). AtlasIntel (27/09–02/10, PR-05944/2026, 1.800 entrevistas, consolidado dos dois votos em válidos): Dallagnol 27,0%, Barros 23,6%, Gleisi 19,0%, Dr. Rosinha 15,1%, Curi 8,5%, Graeml 3,7% e Karen Guerreiro (Missão) 2,9%; números conferidos. O valor de Curi fica bem abaixo do patamar das demais casas. Agili (27/09–02/10): Dallagnol 21,9%, Barros 18,9%, Curi 16,5% e Gleisi 13,9%; a cobertura consultada não informou amostra, método nem registro. Neokemp (1º–2/10, 1.008 entrevistas, Correio do Povo): Dallagnol 24,9%, Barros 23,5%, Gleisi 15,3%, Curi 13,3% e Dr. Rosinha 9,7%; é rodada distinta da de 29/09–01/10 (Gleisi 15,7%, Curi 12,1%). Real Time Big Data (28/09–01/10, 1.600 entrevistas, PR-04002/2026, contratada pela 3 Poderes; divulgada em 02/10 e só agora lançada no painel): Dallagnol 21%, Curi 19%, Barros 19% e Gleisi 16%; no cenário sem Dallagnol, Barros 25%, Curi 22%, Gleisi 18% e Graeml 16%. A candidatura de Dallagnol é objeto de decisão do TSE noticiada às vésperas da votação (ver Conjuntura); as rodadas foram a campo com ele na disputa. Linhas com (vál.) estão em votos válidos e não são diretamente comparáveis às demais. Método de campo (n/d) não identificado nas fontes consultadas.
Na Quaest/Globo de 20–23/set (média das duas vagas), Curi lidera com 14%, seguido por Dallagnol e Filipe Barros empatados com 11% e Gleisi Hoffmann com 10%; Dr. Rosinha e Cristina Graeml têm 5%, com 29% de indecisos e 13% de branco/nulo. No 1º voto, Curi tem 18%, Dallagnol e Gleisi 16% e Barros 10%; no 2º voto, Barros lidera com 12%. Em agosto, a média das vagas era Curi 15%, Gleisi 11%, Dallagnol e Barros 9%. A escolha para o Senado ficou mais firme (58% dizem que o voto é definitivo, eram 47%), mas na espontânea 76% ainda não citam nenhum nome.
Cada linha mostra os dois nomes mais votados no cenário estimulado mais completo daquela rodada — como o PR elege dois senadores e a maioria dos institutos deixa o entrevistado citar mais de um nome, os percentuais não somam 100% entre si nem entre rodadas. Alvaro Dias liderou ou ficou em 1º/2º lugar em praticamente toda pesquisa entre março e julho — e some por completo a partir da rodada de agosto da Paraná Pesquisas. Isso é consistente com o registro oficial do TSE (ver Conjuntura, 06/set): Alvaro Dias não constava entre os 9 candidatos ao Senado pelo PR em 2026. Deltan Dallagnol e Alexandre Curi vêm empatados tecnicamente desde agosto, com Dallagnol na frente por pouco em todas as rodadas até aqui — na RTBD de 11–15/set, divulgada só em 21/set, a disputa aparece ainda mais aberta, com Dallagnol (19%), Curi (18%) e Filipe Barros (18%) a menos de 1 p.p. entre si e Gleisi Hoffmann (16%) logo atrás. Gleisi Hoffmann segue como a maior rejeição da disputa (42,3% em setembro). Rodadas com campo até 01/out: a Neokemp de 29/09–01/10 mantém Dallagnol à frente (24,9%), com Barros encostado (23,0%), Gleisi em 3º (15,7%), Curi em 4º (12,1%), Dr. Rosinha (9,7%) e Cristina Graeml (8,9%). A Alfa de 25–30/set mede quatro nomes dentro da margem de erro, com Curi (30%), Dallagnol (26%), Gleisi (25%) e Barros (24%), seguidos por Dr. Rosinha (13%) e Cristina (10%). A cobertura da Alfa informa ainda 20% de brancos/nulos e 46% de indecisos, o que não fecha com o formato de soma de dois votos e merece conferência no relatório original. Última semana de setembro (23 a 28/set): Dallagnol lidera as três rodadas que testaram o Senado. Na Agili, tem 21,9% dos votos consolidados, contra 17,8% de Barros, 16,7% de Curi e 13,8% de Gleisi. Na Neokemp de 24–27/set, 24,4% contra 18,8% de Barros, com Curi caindo para 4º (13%). Gleisi segue com a maior rejeição (54,1% na Neokemp). RTBD de 24–28/set (TV Independência): os números de Senado (Dallagnol 19%, Curi 18%, Barros 18%, Gleisi 16%, Cristina Graeml 15%, Dr. Rosinha 6%, com 3% de branco/nulo e 4% de indecisos) coincidem, candidato a candidato, com os da RTBD de 11–15/set. A coincidência foi conferida na cobertura da Gazeta do Povo e do Bem Paraná, que confirmam os valores para o registro PR-04181/2026. A rodada também testou um cenário sem Dallagnol, que responde à incerteza sobre o registro dele no TSE: Filipe Barros vai a 23%, Curi a 22%, Gleisi a 17% e Cristina Graeml a 16%, com Dr. Rosinha em 7%. Ou seja, a saída de Dallagnol beneficiaria sobretudo os dois nomes da direita, sem alterar a posição de Gleisi. Efeito da suspensão de Dallagnol: o TSE concedeu liminar em 19/set suspendendo a campanha de Dallagnol (propaganda em rádio/TV, debates e uso de fundos públicos), e o plenário manteve a decisão em 21/set, por 5 votos a 2, com o nome dele preservado na urna até o julgamento do recurso sobre o registro. As rodadas com campo total ou parcialmente posterior à liminar ainda não mostram queda. Dallagnol lidera o 1º voto no IRG (24,0%, campo 17–20/set) e a soma dos dois votos na Neokemp de 22–24/set (50,8%, o maior das três rodadas do instituto em setembro), fica em 2º no Índice Inteligência (31% contra 32% de Curi) e na Quaest (11%, empatado com Barros, atrás de Curi com 14%). Gleisi Hoffmann segue com a maior rejeição da disputa (55,6% na Neokemp de 22–24/set, 56% na Quaest). Atualização de 04/out (manhã): às 7h45 de domingo, o presidente do TSE, Nunes Marques, suspendeu a decisão monocrática que havia indeferido o registro de Dallagnol, a pedido da coligação Fortaleza do Paraná (Podemos, PL e Novo). O registro volta à situação de "deferido com recurso", e os votos dados à chapa serão processados normalmente na apuração, com validade condicionada ao julgamento do plenário do TSE. Os números de Dallagnol voltam, portanto, a contar provisoriamente. Atualização de 03/out (noite): o relator do TSE indeferiu o registro de Dallagnol e determinou que os votos dados à chapa sejam considerados nulos na apuração (decisão monocrática, com efeito imediato, ainda sujeita ao plenário). Os números dele seguem aqui como foram medidos, mas, sob a decisão em vigor, não se convertem em votos válidos, e a disputa pelas duas vagas passa a ser entre Barros, Curi e Gleisi.
Perfil do eleitor paranaense
Eleitorado apto — Paraná
8.609.026
Gênero
Mulheres
52,8%
Homens
47,2%
Estado civil
Solteiro(a)
50,6%
Casado(a)
39,9%
Divorciado(a)
4,9%
Viúvo(a)
3,3%
Separado(a) judicialmente
1,3%
Faixa etária
16–24 anos
11,2%
25–34 anos
18,7%
35–44 anos
19,1%
45–59 anos
26,2%
60 anos ou mais
24,9%
Escolaridade declarada
Até fundamental
33,7%
Médio
44,2%
Superior
22,2%
Fonte: TSE, Perfil do Eleitorado por Seção — PR, extração de 14/07/2026. 97,4% do eleitorado já está com biometria cadastrada. Faixa etária inclui as 60+ anos agrupada (60–64 até 100+). Raça/cor não entrou no perfil: 82,5% dos registros do PR estão como "não informado" nesse campo — a autodeclaração é opcional e a amostra preenchida não é representativa o suficiente para publicar.
Na imprensa
04 OUT
Gazeta do Povo · Vinicius Macia e Jônatas Dias Lima
Cobertura da decisão de Nunes Marques, assinada 15 minutos antes da abertura das urnas, que suspende o indeferimento do registro de Dallagnol. Traz o argumento central do presidente do TSE, de que o poder de decidir sozinho é excepcional e depende de delegação normativa expressa, e a mudança de situação de "inapto" para "concorrendo".
Detalha o horário da decisão (7h45) e o fundamento de que o indeferimento, tomado às 19h32 de sábado, antecipou efeitos reservados ao plenário e não permitia informar o eleitor sobre a anulação de votos em um nome que segue na urna.
Horários e locais de votação de Moro, Requião Filho, Sandro Alex e Ratinho Júnior, com os números do eleitorado (mais de 8,6 milhões de aptos, 4.841 locais, mais de 27 mil seções) e o balanço parcial do TRE-PR (334 ocorrências e 76 urnas substituídas).
Rodada de véspera da Neokemp (01–02/10, PR-05345/2026): Moro 48,1%, Requião Filho 24,7% e Sandro Alex 23,2%, com o 2º lugar empatado na margem de erro (ver tabela de pesquisas, acima).
Cobertura da rodada RTBD de 24–28/set (1.600 eleitores, abordagem telefônica e digital, margem de 2 pontos): Moro (PL) com 36% e Sandro Alex (PSD) em 2º, com 28%. É a leitura mais aberta da disputa entre as quatro rodadas da última semana de campanha (ver tabela de pesquisas, acima).
Levantamento das sete eleições gerais no estado entre 1998 e 2022, com resultados para todos os cargos e dados por município e local de votação a partir das bases do TSE. Destaca que, desde 2006, o Paraná não deu vitória ao PT em nenhum 2º turno presidencial. Complementa as seções "Histórico do estado" e "Contexto histórico" deste painel.
Reportagem sobre o risco de chuvas e enchentes no dia da votação e as mudanças de seções decididas pelo TRE-PR. Em União da Vitória, segundo a cobertura da Tribuna PR, seis locais de votação foram transferidos, afetando cerca de 9,7 mil eleitores, e outros cinco podem ser realocados se necessário. Eleitores devem conferir o local pelo e-Título ou pelo autoatendimento do TSE.
Cobertura da rodada Quaest contratada pela RPC (804 entrevistas, 20–23/set, PR-02802/2026): Moro (PL) com 36%, Requião Filho (PDT) e Sandro Alex (PSD) empatados com 20%. No 2º turno, Moro venceria os dois adversários, e Sandro Alex passaria à frente de Requião no confronto direto (ver tabela de pesquisas, acima).
Mesma rodada Quaest/RPC, com destaque para o empate técnico entre Requião Filho e Sandro Alex pelo 2º lugar, que torna a disputa pela vaga em um eventual 2º turno o principal ponto em aberto da corrida paranaense.
pesquisagovernoquaest
17 SET
CartaCapital · Observatório das Eleições · Karolina Roeder
Artigo de opinião sobre a contradição central da campanha de Moro: ele se apresenta como candidato antissistema e contra a "velha política", mas depende do aparato estatal e busca emprestar legitimidade do governador Ratinho Junior. O texto argumenta que o julgamento moral de Moro é seletivo, criticando práticas alheias enquanto releva comportamentos semelhantes na própria coalizão.
Análise argumenta que o PR virou um laboratório de "polarização afetiva" sem o PT como alvo: com a esquerda fragilizada, o discurso antiestablishment de Moro precisa mirar agora a máquina do PSD de Ratinho Junior — em aberto se a retórica polarizadora se sustenta sem o inimigo original. Contrapõe três projetos em disputa: Moro como "biografia sem partido", Sandro Alex como "partido sem biografia" e Requião Filho como âncora de um centro-esquerda enfraquecido — e aponta mudanças no perfil do eleitorado (mais mulheres, mais escolarizado) como fator que pode reconfigurar o resultado.
Perfil sobre como Ratinho Junior abandonou a ambição presidencial em março e escolheu Sandro Alex — radialista pouco conhecido — como seu candidato ao governo, uma decisão que rachou sua base aliada às vésperas da eleição.
Cobertura da pesquisa Quaest contratada pela RPC (804 entrevistas, 20–23/ago): Moro (PL) com 37%, Requião Filho (PDT) 21% e Sandro Alex (PSD) 15%. Nos cenários de 2º turno, Moro venceria Requião Filho por 51% a 27% e Sandro Alex por 48% a 19%.
Análise sobre a candidatura de Sergio Moro ao governo do PR: o discurso antipolítica torna alianças amplas pouco prováveis, e o eleitorado que o apoia não espera esse tipo de negociação — o que reforça sua posição de outsider.
análisegoverno
Seleção de reportagens e análises externas sobre a corrida eleitoral no Paraná — atualizada conforme novos artigos relevantes saem na imprensa.
Sobre
Este é um painel de acompanhamento da conjuntura eleitoral no Paraná, criado por Karolina Roeder para análise da disputa eleitoral de 2026 no estado. Reúne pesquisas de intenção de voto, dados de candidatos, financiamento de campanha, alianças partidárias e contexto histórico do governo paranaense, com o objetivo de organizar num só lugar as informações necessárias para entender a corrida ao governo do estado, ao Senado e às demais disputas de 2026.